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Mundial-2010: Iniesta e o "tiki-taka" tornaram Espanha a oitava campeã

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A Espanha, uma aproximação ao melhor FC Barcelona de sempre sem Messi, tornou-se a oitava campeã mundial da história do futebol em 2010, ao vencer a primeira edição no continente africano.
Mundial-2010: Iniesta e o "tiki-taka" tornaram Espanha a oitava campeã

Na África do Sul, o selecionador Vicente Del Bosque aproveitou da melhor maneira o “tiki-taka” de Pep Guardiola no “Barça” e levou os espanhóis, então campeões da Europa em título, ao cetro, que conquistaram depois de um arranque a perder.

O médio Andrés Iniesta acabou por ser o “herói” dos espanhóis, aos marcar aos 117 minutos da final o golo que valeu o título, frente a uma Holanda que, sem a “mecânica” de outros tempos, caiu pela terceira vez no jogo decisivo, como em 1974 e 1978.

O guarda-redes Iker Casillas, com duas “enormes” defesas perante Arjen Robben na final e um penálti parado ao benfiquista Óscar Cardozo nos “quartos”, os centrais Piqué e Puyol, que decidiu as “meias”, o estratega Xavi e David Villa, autor de cinco golos, foram as outras grandes figuras da Espanha.

A formação de Del Bosque até começou mal, com um desaire por 1-0 face à Suíça, mas recuperou e ainda venceu o Grupo H, ao bater as Honduras por 2-0, com um “bis” de Villa, e o Chile por 2-1, com tentos de Villa e Iniesta.

Depois, a eliminar, os espanhóis despacharam todos os adversários por 1-0: Villa, que jogou a prova com contrato assinado com o “Barça”, afastou Portugal e o Paraguai, Puyol arredou a Alemanha e Iniesta, já no prolongamento, a Holanda.

Mesmo sem a categoria das equipas vice-campeãs em 1974 e 78, ao perderam as finais com os anfitriões, ou da que venceu o Europeu em 1988, com Van Basten, Gullit, Rijkaard e Koeman, os holandeses voltaram a estar perto do cetro.

Wesley Sneijder, autor de cinco golos, e Arjen Robben lideraram o conjunto comandado por Bert van Marwijk, que afastou o Brasil nos quartos de final e o Uruguai nas “meias”, num triunfo por 3-2 iniciado com um “golão” de Giovanni van Bronckhorst.

Por seu lado, a Alemanha, que já havia perdido, dois anos antes, o título europeu para a Espanha, voltou a ser vítima do “tiki-taka”, agora nas “meias”, e só pôde repetir o terceiro lugar de 2006, numa prova em que chegou a parecer imparável.

Com Thomas Müller, autor de cinco golos e “Bota de Ouro”, em “grande”, bem acompanhado por Özil, Khedira, Schweinsteiger, Lahm ou o guarda-redes Neuer, os germânicos cilindraram Inglaterra (4-1 nos “oitavos”) e Argentina (4-0 nos “quartos”).

No quarto lugar e com o estatuto de melhor equipa da América do Sul, ficou o Uruguai, que viu Diego Forlan ser eleito “Bola de Ouro”, depois, de, com cinco golos, conduzir a equipa “celeste” ao melhor registo desde idêntico posto em 1970.

A formação de Oscar Tabarez foi também a responsável pela eliminação da equipa sensação, o Gana, que esteve muito perto das “meias”: aos 120+2 minutos, com 1-1, Asamoah Gyan falhou uma grande penalidade, depois de uma brilhante defesa com as mãos de Luis Suarez, e os africanos caíram na “lotaria” (2-4).

No que respeita a deceções, as maiores foram, sem dúvidas, as finalistas da última edição, a detentora Itália (26.ª) e a “vice” França (29.ª), que ficaram nas suas piores classificações de sempre, ao serem últimas dos seus grupos, sem um único triunfo.

Por seu lado, a Argentina, comandada por Diego Armando Maradona e sem golos de Messi, caiu com estrondo perante a Alemanha, nos “quartos”, fase em que, pelo segundo mundial consecutivo, também tombou o Brasil, face à Holanda.

Em termos de formato, não se verificou qualquer alteração, com a primeira fase a manter-se com oito grupos de quatro, rumando os dois primeiros classificados à fase a eliminar.

O primeiro mundial africano disputou-se, de 11 de junho a 11 de julho, nas cidades de Joanesburgo, Port Elizabeth, Durban, Cidade do Cabo, Tshwane/Pretótia, Mangaung/Bloemfontein, Rustenburgo, Nelspruit e Polokwane, sendo presenciado por quase 3,2 milhões de espetadores, à média de 49.670 por jogo.

Em matéria de golos, registou-se a segunda pior média de sempre (2,27), face aos 145 marcados – menos dois do que em 2006 - em 64 jogos, apenas superior aos 2,21 de 1990 (115 em 52), com Portugal a lograr a maior goleada (7-0 à Coreia do Norte).

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