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Crónica: Eficácia da França no fim foi castigo severo para sólida Albânia

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A França venceu hoje a Albânia por 2-0, na segunda jornada do Grupo A do Euro2016 de futebol, mas marcou apenas aos 90 e 90+6 minutos, num castigo severo para uma seleção albanesa que justificou o empate.
Crónica: Eficácia da França no fim foi castigo severo para sólida Albânia

A seleção francesa, que carimbou um lugar nos ‘oitavos’, voltou a ter grandes dificuldades para se impor à Albânia, depois de nos últimos dois jogos frente aos albaneses ter empatado em casa a um golo, em 2014, e ter perdido fora por 1-0, a 13 de junho de 2015, precisamente há um ano.

O selecionador francês Didier Deschamps operou duas importantes alterações em relação ao jogo da primeira jornada, frente à Roménia, ao lançar no onze Coman e Martial, em detrimento de Pogba e Griezmann, mas as mesmas não surtiram efeito positivo para a equipa.

A primeira parte da França foi frouxa, com a equipa pouco consistente do meio-campo para a frente, a não ser capaz de criar desequilíbrios na defesa albanesa, que esteve, salvo raras vezes, sempre confortável na neutralização dos ataques do adversário.

As alterações introduzidas por Deschamps não resultaram, em primeiro lugar porque Martial, colocado no flanco esquerdo, passou ao lado do jogo, e o recuo de Matuidi, face à saída de Pogba do ‘onze’, retirou à França capacidade de penetração e de último passe no terço mais adiantado do terreno.

Por outro lado, a Albânia, além de ter estado impecável na sua organização defensiva, com jogadores fortes nos duelos individuais e aéreos, com bom sentido posicional e leitura de jogo, manteve sempre a França em sentido graças à capacidade de sair em transições ofensivas e estender o jogo até à área gaulesa, à qual pregou dois valentes sustos 39 e 45 minutos, em lances de bola parada.

Na segunda parte, Deschamps emendou a mão e lançou Pogba em campo, o que permitiu a Matuidi soltar-se e ter participação mais ativa na criação de jogo e em zonas mais próximas da área albanesa, e a melhoria não se fez esperar na dinâmica ofensiva da França.

É verdade que a Albânia dispôs, aos 52 minutos, por Memushaj, da melhor oportunidade de golos até então, mas a França era outra equipa, mais agressiva, a ser capaz de acelerar o jogo, forçando os albaneses a acantonarem-se junto à sua área.

Aos 54 minutos, uma ‘trivela’ de Payet ofereceu a Pogba ao segundo poste o golo, mas o remate passou a rasar a barra, aos 67, Giroud falhou um golo certo, ao cabecear ao lado do poste quando tinha tudo para abrir o marcador.

Deschamps lançou Griezmann em campo, retirando Coman, e a Albânia raramente já conseguia sair para o contra-ataque, mas a pressão continuou com Giroud a acertar no poste, aos 69 minutos.

Quando parecia que a Albânia ia lograr o seu objetivo, o qual justificou pela forma exemplar como defendeu, pelo espírito de entreajuda e de sacrifício e pela capacidade coletiva que evidenciou, eis que a França voltou a decidir o jogo no final graças à sua eficácia.

Já o fizera na estreia frente à Roménia, na qual Payet marcou o golo da vitória aos 89 minutos, e voltou a fazer desta vez, aos 90, por Griezmann, e aos 90+5, pelo mesmo Payet.

Programa da jornada:

Quarta-feira, 15 de Junho de 2016
Rússia - Eslováquia, 1 - 2
Roménia - Suíça, 1 - 1
França - Albânia, 2 - 0

Quinta-feira, 16 de Junho de 2016
Inglaterra - País de Gales, 2 - 1
Ucrânia - Irlanda do Norte, 0 - 2
Alemanha - Polónia, 0 - 0

Sexta-feira, 17 de Junho de 2016
Itália - Suécia, 1 - 0
Rep. Checa - Croácia, 2 - 2
Espanha - Turquia, 3 - 0

Sábado, 18 de Junho de 2016
Bélgica - Rep. Irlanda, 3 - 0
Islândia - Hungria, 1 - 1
Portugal - Áustria, 0 - 0

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