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AF Porto nega queixa de delegados, árbitros ou polícia em jogos do Canelas

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A Associação de Futebol do Porto (AFP) assegurou hoje que nunca recebeu qualquer queixa ou participação dos delegados aos jogos, das equipas de arbitragem ou das forças policiais sobre coação ou intimidação por parte do Canelas sobre os adversários.
AF Porto nega queixa de delegados, árbitros ou polícia em jogos do Canelas

Uma fonte oficial da AFP disse à agência Lusa que “vários clubes têm manifestado queixas sobre uma alegada afetação psicológica por parte dos seus jogadores, que se sentem coagidos e amedrontados nos jogos com o Canelas, o que condiciona o seu rendimento”.

De acordo com a mesma fonte essas queixas “não são suportadas pelos delegados da associação presentes nos jogos, os árbitros e a polícia”.

Segundo a mesma fonte, a AFP nunca recebeu por parte destes oficiais ou da autoridade qualquer queixa, relatório ou participação sobre atos de coação por parte de dirigentes, adeptos e jogadores do Canelas sobre os adversários e/ou seus adeptos e fez todas as diligências para que os jogos se desenrolassem com normalidade, suportando até os custos com o reforço de policiamento nos jogos considerados de alto risco.

Doze clubes da série 1 da Divisão de Elite da AFP – Maia Lidador, Serzedo, Rio Tinto, Oliveira do Douro, Valadares Gaia, Padroense, Grijó, Varzim B, Gondim-Maia, Pedrouços, Leça e Lavrense – reuniram-se na terça-feira e decidiram não comparecer aos jogos com o Canelas na sequência de reiterados episódios de violência por parte de jogadores e adeptos do clube gaiense, cujo plantel inclui vários membros da claque do FC Porto, “SuperDragões”.

Os clubes em causa – a única exceção dos 14 clubes da série 1 é o Candal – queixam-se de coação, ameaças e agressões, falam mesmo de um clima de terror que se estende aos árbitros que dirigem os jogos do Canelas e que condiciona a sua ação.

“Já durante a época passada houve queixas por parte de alguns clubes e um que não compareceu ao jogo com o Canelas. A AFP chegou a ter reuniões com comandos da PSP e GNR no sentido de serem tomadas medidas preventivas, mas não tiveram o efeito desejado”, revelou a fonte da AFP, esclarecendo que essas queixas se reportavam, todas elas, a factos ocorridos dentro das quatro linhas e não fora, as quais passavam despercebidas às forças policiais.

De acordo com a mesma fonte os clubes que faltarem aos jogos com o Canelas “são punidos com pena de derrota e 750 euros de multa, além de arcarem com as despesas relativas à organização do jogo”.

Contudo, “podem evitar esta penalização se derem conhecimento à AFP, com dez dias de antecedência da data marcada, que irão faltar ao jogo”, sendo que se a falta de comparência ocorrer nas duas últimas jornadas, o regulamente determina a sua descida de divisão.

No entanto, os clubes queixosos deram na quarta-feira conhecimento à AFP da decisão coletiva que tomaram e já avisaram que não vão comparecer aos jogos para se eximirem à responsabilidade de arcarem com as despesas de organização dos jogos.

A fonte oficial da AFP considera que este caso é de âmbito exclusivamente associativo e põe de parte a hipótese de ser avocado pela Federação Portuguesa de Futebol, uma vez que a associação tem os seus órgãos jurisdicionais e que estes podem por sua iniciativa abrir um eventual inquérito.

O Canelas lidera Divisão de Elite – série 1 com 19 pontos, decorrentes de seis vitórias e um empate em sete jogos.

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