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Júlio Mendes e a subida do Gil Vicente à I Liga: «O assunto não será pacífico»

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O presidente do Vitória de Guimarães, Júlio Mendes, afirmou esta quarta-feira que o regresso do Gil Vicente à I Liga portuguesa, previsto para a época 2019/20, «não será pacífico» entre os clubes do escalão principal.
Júlio Mendes e a subida do Gil Vicente à I Liga: «O assunto não será pacífico»

Despromovido à II Liga na época 2005/06, por alegada irregularidade na utilização de Mateus, jogador atualmente no Boavista, o Gil Vicente viu a Liga de clubes anunciar a sua reintegração na I Liga em 12 de dezembro, na sequência de uma decisão do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, em 2016, mas o dirigente advertiu que o "tema é complexo".

"Parece-me que o assunto não será pacífico. A integração do Gil Vicente implica que, nesta época, haja mais um clube a descer. No futebol, vive-se muito do momento e isso leva a que os presidentes de alguns clubes defendam os seus interesses de maneira diferente do passado", disse, numa conferência de imprensa, em Guimarães.

O diário desportivo Record revela na edição de hoje que o memorando de entendimento com vista à reintegração, assinado em 12 de dezembro de 2017, entre Liga, Gil Vicente e Belenenses [o clube que permaneceu na I Liga, após o caso Mateus], contempla duas versões, uma das quais omite cláusulas relativas a uma indemnização a pagar pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ao clube minhoto.

O presidente do Vitória de Guimarães realçou que é preciso integrar as componentes jurídica e política na análise desta questão e que os clubes precisam de agir com "prudência", antes de darem uma "opinião cabal".

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