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Taça de Portugal: FC Porto teve três rivais da I Liga, mas só sofreu com Leixões

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O FC Porto defrontou três adversários da I Liga rumo à final da Taça de Portugal em futebol, contudo foi o Leixões, da II Liga, quem mais perto esteve de fazer cair o ‘dragão’ antes do Jamor.
Taça de Portugal: FC Porto teve três rivais da I Liga, mas só sofreu com Leixões

Os ‘azuis e brancos’ chegaram à final de sábado (17:15) apanhando apenas um verdadeiro susto, na visita ao Leixões, rival de longas décadas, numa eliminatória com um oponente secundário que só resolveu no prolongamento.

Belenenses, Moreirense e Sporting de Braga, este último a dois jogos, nas meias-finais, foram adversários da Liga principal que os ‘azuis e brancos’ ultrapassaram, com maior ou menor dificuldade, porém foi o vizinho que quase ‘fez’ Taça.

Quando o mexicano Herrera inaugurou o marcador, aos 11 minutos, poucos pensariam que o jogo ainda iria para prolongamento, mas foi isso que aconteceu depois de Zé Paulo empatar, aos 78, frente a um ‘dragão’ muito remodelado, com sete titulares do encontro anterior a começar no banco.

No desafio que marcou o regresso de Pepe aos portistas, após 11 anos a competir pelos espanhóis do Real Madrid e um pelos turcos do Besiktas, seria Hernâni, aos 118 minutos, e após golo mal anulado a Soares, a sentenciar o encontro, evitando a ‘lotaria’ dos penáltis na qual o FC Porto não tem sido feliz.

A caminhada principiou em casa do modesto Vila Real, da divisão de Honra da associação de futebol de Vila Real, com goleada por 6-0, com um ‘póquer’ do espanhol Adrián López, na sua melhor noite na atribulada passagem pelo clube.

Seguiu-se o Belenenses, despachado com tranquilo um 2-0, com golos de Soares (13 minutos) e Octávio (58), este com um vistoso ‘slalom’ quatro minutos após de ter falhado um penálti.

Com o Moreirense foi bem mais complicado, pois os ‘cónegos’ adiantaram-se no marcador, por Texeira, aos oito minutos, e foram para o intervalo empatados a 2-2, com Iago Santos (45+1) a responder aos tentos de Felipe (13) e Hernâni (16), que tinham dado a volta.

Marega (65 e 89 minutos), o segundo em apelativo ‘chapéu’, sentenciaram a partida, apesar do golo de belo efeito de Heriberto (90+2) dar um ar mais equilibrado ao desafio.

Depois de passar o Leixões nos ‘quartos’, golos de Alex Telles (37 minutos, de penálti), Soares (63) e Brahimi (90+4) colocaram o dragão com um pé na final, num triunfo por 3-0 sobre o Sporting de Braga, que na segunda mão não foi além de empate 1-1.

O FC Porto venceu cinco desafios e empatou um, conseguindo uma marca de 18-5 em golos.

O modelo ‘4x3x3’ foi o mais utilizado por Sérgio Conceição, pelo que a equipa tipo, tendo em conta os minutos de jogo, seria com o guarda-redes Fabiano, os defesas Maxi Pereira, Éder Militão, Felipe e Alex Telles, os médios Herrera, Óliver e Octávio, e os avançados Adrián Lopez, Corona e André Pereira.

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