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Ciclismo: Triunfo para Gilbert na Vuelta, como se de uma clássica se tratasse

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O ciclista belga Philippe Gilbert (Deceuninck-Quick Step) 'resolveu' a 12.ª etapa da Vuelta como se de uma clássica da primavera se tratasse, com um ataque fulgurante já relativamente perto do final.
Ciclismo: Triunfo para Gilbert na Vuelta, como se de uma clássica se tratasse

Gilbert, de 37 anos e antigo campeão do mundo, estava numa fuga de 15 corredores a caminho de Bilbau, mas preferiu resolver as coisas como 'puncher' de exceção que é e saiu fortíssimo na última ascensão do dia, o íngreme Alto de Arraiz, para gerir com sucesso um pequeno avanço.

Sem 'stress', os favoritos entravam todos no primeiro pelotão, a 3.02 minutos. Como consequência, não houve alterações no top-10 e o esloveno Primoz Roglic, da Jumbo-Visma, segue mais um dia de vermelho, com o espanhol da Movistar Alejandro Valverde a 1.52 minutos.

"O ambiente na última subida lembrou-me as clássicas, com aquelas bandeiras. Isso foi ótimo e decuplicou a minha motivação", disse Gilbert, um ciclista que já este ano se impôs na Paris-Roubaix. "O País Basco é parecido com a Flandres", reforçou o ciclista valão.

Para Gilbert, é uma despedida em grande da Deceuninck-Quick Step, que não o inscreveu para o Tour. Na próxima época, reforça a Lotto-Soudal.

Gilbert, campeão do mundo há sete anos, cumpriu em 3:48.18 horas os 171 quilómetros entre o circuito de Navarra e Bilbau e deixou os espanhóis Alex Aranburu (Caja Rural) e Fernando Barcelo (Euskadi-Murias) a três segundos apenas.

Na geral, não houve mexidas entre os primeiros e Roglic segue com 1.52 de avanço sobre Valverde e 2.11 sobre o colombiano Miguel Angel Lopez, da Astana. Outro colombiano, Nairo Quintana (Movistar), é o quarto, a 3.00, e o esloveno da UAE-Team Emirates, Tadej Pogacar, o quinto, a 3.05.

Ruben Guerreiro (Katusha) voltou a ser o melhor português, entrando em 35.º, a 3.16. Ricardo Vilela (Burgos-BH) foi 78.º, a 14.23, e os outros três lusos - Domingos Gonçalves (Caja Rural), Nelson Oliveira (Movistar) e Nuno Bico (Burgos-BH) chegaram com o pelotão maior, a 17.56.

Ligeira descida, de dois lugares, para Guerreiro, que agora é 20.º, a 16.54. Oliveira é o 64.º, Vilela o 98.º, Gonçalves o 112.º e Bico o 164.º.

Na sexta-feira, a etapa, corrida nos montes da Cantábria, parece muito propícia para ataques entre os mais fortes. Serão sete escaladas, nos 166,4 quilómetros de Bilbau a Los Machucos, prémio de montanha de categoria especial (HC) e com rampas de 25%.

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