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Sporting: Coordenador de segurança da Academia relata ameaças de morte a jogadores

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O antigo coordenador de segurança e operações da Academia de Alcochete relatou hoje em tribunal ameaças de morte, agressões e injúrias a jogadores do Sporting, acrescentando que Acuña e Battaglia foram os principais alvos dos adeptos.
Sporting: Coordenador de segurança da Academia relata ameaças de morte a jogadores

Na sétima sessão do julgamento do ataque à academia do Sporting, com 44 arguidos, entre eles o antigo presidente do clube Bruno de Carvalho, que hoje marca presença na sala de audiências, Ricardo Gonçalves relatou que desconhecia a ida deste grupo organizado de adeptos à academia, o qual conseguiu chegar até à ala profissional de futebol, na qual estavam os jogadores.

“Pela forma como se deslocaram para a zona [do vestiário], onde estavam o Acuña e o Battaglia, pelo foco nesses dois, presumo que fossem esses dois [os principais alvos]. Faziam ameaças como ‘vou-te matar, não vales nada, não jogas nada, não vão sair daqui vivos'”, descreveu a testemunha, perante o coletivo de juízes, sublinhando que viu o grupo a entrar na academia e que, no trajeto até à zona dos balneários, tentou demover os arguidos de continuarem, mas que também ele foi ameaçado.

“Observei ainda os diversos elementos abordarem os jogadores, empurrões, agressões, ameaças, deflagração de engenhos pirotécnicos. Deflagrou uma tocha à minha frente. O preparador físico Mário Monteiro foi atingido. Vi uma geleira a voar pelo ar e um depósito de água. Vi uma série de indivíduos a empurrá-los e a soqueá-los [aos jogadores], um indivíduo a atingir com um cinto o Misic

Ricardo Gonçalves disse desconhecer como é que Fernando Mendes e os outros elementos entraram na academia, apenas que não entraram com o grupo de “40 a 50 indivíduos” que apareceram a correr pela academia dentro.

A testemunha assumiu que deu, em função da informação que disponha naquele momento, a autorização ao vigilante da academia para a entrada do BMW azul, que serviu depois para retirar este grupo de arguidos do interior da academia, pois “já não estavam a fazer nada na academia”, na qual já estava muita gente.

“Se fosse hoje não teria permitido a saída, que foi errada, face ao contexto atual, já depois de ver as imagens. Mas, naquele momento, disse que sim, pois tinha muita coisa em mãos e só queria que saíssem dali”, justificou.

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