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Crónica: FC Porto empata com Belenenses e só se pode queixar de si próprio

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O FC Porto empatou hoje 1-1 com o Belenenses SAD, na 13ª jornada da I Liga de futebol, e só se pode queixar de si próprio pela fraca exibição, frente a um adversário que mereceu pontuar.
Crónica: FC Porto empata com Belenenses e só se pode queixar de si próprio

Houve um momento que se revelou crucial no desfecho da partida, entre o minuto 31, quando Licá, só com Marchesín pela frente, rematou contra o corpo do guarda-redes portista, perdendo uma oportunidade soberana para fazer o 2-0, e o 32, momento do penálti que permitiu ao FC Porto chegar ao 1-1, por Alex Telles.

De realçar no primeiro lance o passe de trinta metros de Nuno Coelho, a cair nas ‘costas’ de Pepe, para Licá dominar e ficar na ‘cara’ de Marchesín, que fez a ‘mancha', e, no segundo, a inexperiência de Tiago Esgaio, que não refreou o ímpeto na abordagem a Corona, quando o mexicano entrou na área do Belenenses, numa rápida transição ofensiva.

O FC Porto estava obrigado a vencer depois da vitória do Benfica no Bessa (4-1) e fez muito pouco para isso, desde logo pela forma como abordou o jogo, sem impor o ritmo desde o início e ao permitir ao Belenenses ganhar superioridade no meio-campo, para, a partir daí, criar lances de perigo para a sua baliza.

Quando André Santos abriu o marcador, aos 14 minutos, ninguém no Jamor se surpreendeu, em função do que estava a acontecer no relvado, vendo um Belenenses a defender de forma coesa, a ganhar os duelos individuais, primeiras e segundas bolas, e a sair com velocidade para o contra-ataque, frente a um FC Porto muito lento e sem capacidade para ‘agarrar’ o jogo.

De tal forma que a equipa de Belém podia ter chegado ao segundo golo aos 31 minutos, na tal oportunidade soberana de Licá, mas, ao invés, acabou por sofrer o golo do empate um minuto depois, num lance de contra-ataque do FC Porto.

Pensou-se que o FC Porto, na segunda parte, iria aumentar a intensidade do jogo e imprimir maior velocidade à dinâmica ofensiva, única forma de desequilibrar a organização defensiva dos ‘azuis’, mas o Belenenses continuou confortável na sua ‘torre', a controlar os movimentos atacantes dos ‘dragões’.

O treinador Sérgio Conceição teve de agir, lançando em campo aos 63 minutos Nakajima e Sérgio Oliveira, por troca com Manafá e Loum, dois jogadores em claro sub-rendimento, e o FC Porto, finalmente, começou a empurrar o Belenenses para as imediações da sua área.

A equipa portista pressionou mais a partir daí e criou alguns lances de perigo, o mais claro de todos aos 71 minutos, quando Sérgio Oliveira rematou com estrondo ao poste, mas o Belenenses soube cerrar fileiras e sofrer para segurar o empate que tinha feito por merecer.

A entrada de Nakajima causou alguns problemas ao Belenenses, porque o jogador japonês começou a pôr a bola no chão e a criar espaços para passes de rutura, em vez de optar pelo jogo mais direto, como a sua equipa estava a fazer, facilitando o trabalho da defesa adversária.

De salientar a entrada do central Hakim na ponta final da partida, que desempenhou um papel crucial no derradeiro ‘assalto' do ataque portista à baliza ‘azul’, na tentativa de chegar ainda à vitória.

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