loading

Nota: Caro visitante, o acesso à informação do nosso site é gratuita e de livre acesso. Tal só é possível exibindo anúncios a quem nos visita. Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios.

Técnico do Boavista diz que polémicas sobre arbitragens não têm «nada de novo»

Últimas Notícias

Notícias Mais vistas

Facebook

Outras Notícias

Sondagem

Quem vai vencer a Taça da Liga?

O treinador do Boavista, Lito Vidigal, considerou hoje que as polémicas acerca das arbitragens no futebol português não têm «nada de novo», porque, recuando 50 anos, «as discussões são as mesmas».
Técnico do Boavista diz que polémicas sobre arbitragens não têm «nada de novo»

O técnico abordou o tema na conferência de imprensa em que anteviu o jogo com o Marítimo, no sábado, para 13.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, em resposta a uma questão sobre o esclarecimento que o Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol fez esta semana após as queixas do FC Porto sobre o golo do Belenenses SAD, na jornada anterior.

"Basta fazer um recuo, até bem longo, é sempre assim, é futebol, é paixão. As pessoas vivem os clubes de uma forma muito apaixonada, às vezes não veem as verdades, veem a cor clubística, mas também é isto que torna o futebol especial. Se recuarmos 50 anos, as discussões são as mesmas. Por isso, nada de novo", analisou Lito Vidigal.

Questionado também sobre se as próprias instituições contribuem para a intensa polémica que o futebol vive, saindo a terreiro apenas quando há clubes grandes envolvidos, o treinador ‘axadrezado’ respondeu que "isso é a constante".

"Quando estamos num clube mais forte, as nossas palavras têm sempre um sentido diferente, são mais ouvidas e quando não estamos o que temos de fazer muitas vezes é fingir que não percebemos as coisas", afirmou.

Lito Vidigal concluiu a sua ideia observando que o Boavista teve "uma situação idêntica" no último jogo, com o Benfica, na jogada, também controversa, em que Cervi marcou e pôs os ‘encarnados’ a ganhar por 2-1.

"Para mim, o pior é que perdemos um jogador, que saiu lesionado daquele lance", completou, referindo-se a Marlon.

"Somos pouco ouvidos a maior parte das vezes. O que temos de fazer é continuar a desenvolver o nosso trabalho, esquecer essas diferenças [de tratamento] e encontrarmos equilíbrio com trabalho", acrescentou, considerando, igualmente, que "não vale a pena falar" se o Boavista também se sente prejudicado por algumas arbitragens.

Siga-nos no Facebook e no Twitter.

Relacionadas

Na Primeira Página

Pode gostar de ler