loading

Nota: Caro visitante, o acesso à informação do nosso site é gratuita e de livre acesso. Tal só é possível exibindo anúncios a quem nos visita. Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios.

Silas: «Na primeira parte estivemos melhor»

Últimas Notícias

Notícias Mais vistas

Sondagem

Acha que Rúben Amorim é o homem certo para treinar a equipa do Sporting?

Declarações de Jorge Silas, treinador do Sporting, após a vitória frente ao Boavista (2-0), em jogo da 22.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.
Silas: «Na primeira parte estivemos melhor»

“Na primeira parte estivemos melhor. Na segunda parte, o jogo foi mais morno. Sabíamos que era importante marcar na primeira parte, porque na segunda a frescura física não seria a mesma. Fazendo alterações, a equipa esteve muito bem. Não foi só Gonzalo Plata. Hoje tivemos cinco jogadores da formação e não foi só o Plata, que é um jogador muito jovem. Ele vai ter mais oportunidades. Ainda não conseguiu meter tudo cá para fora. Tem de crescer e ganhar outras coisas. Será um jogador a ter em conta, acho que até no panorama do futebol mundial.

Na segunda parte, apanhámo-nos a ganhar 2-0 e começámos a gerir o esforço. O Boavista não foi tão forte na primeira parte como foi na segunda. O jogo esteve sempre controlado por nós. Ainda temos de crescer mais. Há aspetos que temos de melhorar.

Era importante marcar na primeira parte mais que um golo. O 1-0 é um resultado que em qualquer altura pode dar em empate. Sabíamos que o Boavista ia carregar um pouco mais e que iríamos estar um pouco mais cansados. Demos uma boa resposta. Jogámos diante de uma boa equipa, que embora tenha perdido o último jogo em casa, vinha de uma série de três vitórias.

Para aquilo que gostaríamos de apresentar ainda nos faltam algumas coisas, por várias razões, porque perdemos jogadores importantes para nós. Mas hoje estou muito contente, porque fizemos várias trocas e o desempenho foi bom. Hoje demos já alguns minutos ao Francisco Geraldes que estava há algum tempo sem jogar.

Hoje, a nível ofensivo, atacámos quase sempre com uma linha de três. A defender uma linha de quatro. O sistema conta muito pouco. O que conta é o jogador que vai fazer essa linha de três não tem de fazer cinco toques na bola e depois passar. Anteriormente, na maior parte das vezes, foi o Neto que esteve nessa linha de três (centrais) e ele hoje jogou e esteve melhor. É uma questão de trabalhar”.

Siga-nos no Facebook e no Twitter.

Relacionadas

Pode gostar de ler

Na Primeira Página