loading

Nota: Caro visitante, o acesso à informação do nosso site é gratuita e de livre acesso. Tal só é possível exibindo anúncios a quem nos visita. Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios.

Covid-19: Cinquenta e quatro pessoas detidas por crime de desobediência

Últimas Notícias

Notícias Mais vistas

Sondagem

Acha que Rúben Amorim é o homem certo para treinar a equipa do Sporting?

Cinquenta e quatro pessoas foram detidas, até às 18:00 de hoje, por crime de desobediência, anunciou o Governo num balanço atualizado sobre o incumprimento do estado de emergência devido à pandemia da covid-19.
Covid-19: Cinquenta e quatro pessoas detidas por crime de desobediência

As pessoas foram detidas, nomeadamente, por violação da obrigação de confinamento obrigatório e por "outras situações de desobediência ou resistência", refere o Ministério da Administração Interna, numa nota à comunicação social, acrescentando que foram encerrados 1031 estabelecimentos por "incumprimento das normas estabelecidas".

As medidas que concretizam o estado de emergência em Portugal entraram em vigor no domingo, sendo fiscalizadas pela PSP e GNR.

A lista de medidas inclui o confinamento obrigatório, em hospitais ou em casa, dos doentes com covid-19 e das pessoas em vigilância ativa e o encerramento de estabelecimentos comerciais que não vendam bens essenciais, como alimentação ou medicamentos.

O Ministério da Administração Interna "reitera o apelo a todos os cidadãos para o escrupuloso cumprimento das medidas impostas pelo estado de emergência, contribuindo assim para conter a propagação da pandemia".

O estado de emergência, decretado pelo Presidente da República, vigora até 02 de abril.

Portugal regista 60 mortes e 3.544 infeções, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde.

Das pessoas infetadas, 191 estão internadas, 61 das quais em unidades de cuidados intensivos hospitalares, havendo 43 doentes que já recuperaram desde que a covid-19 foi confirmada no país, em 02 de março.

Siga-nos no Facebook e no Twitter.

Relacionadas

Pode gostar de ler

Na Primeira Página