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Covid-19: Getterson destaca família em período «difícil» sem a «paixão» do futebol

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O avançado do Marítimo Getterson destacou hoje a família como uma grande ajuda num momento complicado, sem poder contar com a «paixão» do futebol, suspenso devido à pandemia da covid-19.
Covid-19: Getterson destaca família em período «difícil» sem a «paixão» do futebol

“Estar afastado dos relvados tem sido difícil, porque uma das nossas grandes paixões é o futebol, mas, por outro lado, tenho acompanhado de perto os meus filhos, posso brincar com eles e matar um pouco de saudades”, afirmou, em declarações reproduzidas no site oficial do clube madeirense.

Já se passou um mês desde o último jogo (derrota com o Moreirense 2-0, em 08 de março), e o jogador brasileiro explicou como tem passado as últimas semanas.

“É totalmente diferente do nosso dia a dia no clube, uma verdadeira experiência nova. Tenho muitas saudades do balneário e das brincadeiras com os colegas”, referiu.

Com uma mensagem de otimismo direcionada aos adeptos ‘verde rubros’, Getterson também deixou uma promessa quando a bola regressar aos relvados, regresso esse que espera seja breve.

“Acreditem que continuamos a trabalhar forte, mesmo estando em casa, para dar o nosso melhor pelo Marítimo. Independentemente de quando formos chamados a jogar, estaremos preparados para corresponder da melhor forma. Fiquem em casa, cuidem-se e até breve”, endereçou.

O ponta de lança brasileiro Getterson cumpre a segunda temporada no Marítimo, na qual leva 23 jogos e três golos pelo 15.º classificado da I Liga, com 24 pontos em 24 jornadas.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 75 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito na terça-feira pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

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