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Covid-19: Regresso do futebol e das atividades desportivas

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É justa a medida do Governo em autorizar o regresso I Liga e impedir a II Liga?

A retoma da I Liga e a realização da final da Taça de Portugal foram hoje autorizadas pelo Governo, no âmbito do plano de desconfinamento da pandemia de covid-19, após decisão tomada em conselho de ministros.
Covid-19: Regresso do futebol e das atividades desportivas

A disputa das dez jornadas está, porém, sujeita a aprovação da Direção-Geral da Saúde (DGS) de um plano sanitário, segundo o primeiro-ministro, António Costa. Por outro lado, o regresso da II Liga de futebol não foi contemplado no programa do executivo, que também permite desportos individuais ao ar livre.

O regresso do primeiro escalão do futebol profissional é mesmo a exceção entre os desportos coletivos, já que na quarta-feira tinha sido conhecida a decisão de cancelamento das principais modalidades de pavilhão.

O estado de emergência decretado devido à covid-19 dura até às 23:59 de sábado, passando a situação de calamidade.

Eis os pontos essenciais do regresso do futebol e dos desportos individuais ao ar livre:

Recomeço do futebol profissional
A partir de 30 e 31 de maio está autorizado o regresso oficial da I Liga de futebol aos relvados, ainda que António Costa tenha condicionado o reinício da atividade à aprovação pela DGS do “protocolo sanitário apresentado pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional” e à avaliação dos estádios que estão em condições de cumprir “todas as condições indispensáveis” para a retoma da competição desportiva.

A I Liga foi suspensa por tempo indeterminado em 12 de março, após 24 das 34 jornadas – com o FC Porto na liderança da I Liga, com 60 pontos, mais um do que o campeão Benfica (59).

Jogos à porta fechada
Os 90 jogos ainda por realizar para a conclusão do campeonato da I Liga de futebol vão ser disputados sempre à porta fechada, ou seja, sem a presença dos adeptos nos estádios, independentemente do recinto desportivo em causa.

Final da Taça de Portugal
O primeiro-ministro assegurou que a decisão de interdição de público nos estádios é extensível à final da Taça de Portugal, para a qual estão apurados FC Porto e Benfica e que estava inicialmente agendada para 24 de maio, no Estádio Nacional, em Oeiras.

II Liga sem conclusão
O regresso do futebol profissional foi apenas autorizado para o primeiro escalão, deixando de fora a II Liga de futebol, que foi igualmente interrompida após a 24.ª jornada e com dez rondas ainda em falta para a sua conclusão. António Costa assegurou que a decisão foi tomada após consulta da Liga e da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e que “só para a I Liga havia condições – e condições muito limitadas - de poder permitir a reabertura da atividade desportiva”.

Na altura da suspensão, Nacional e Farense ocupavam os dois lugares de subida na II Liga, com os madeirenses no primeiro lugar, com 50 pontos, mais dois do que os algarvios. Por enquanto não ficou definida uma eventual homologação da classificação com vista a subidas e descidas.

Exemplos internacionais
Portugal juntou-se a Alemanha, Inglaterra, Espanha e Itália entre os países que ensaiam o regresso dos campeonatos nacionais de futebol, ao contrário do ocorrido em França e nos Países Baixos, que cancelaram estas competições.

Desportos individuais ao ar livre
Já a partir de 04 de maio, na próxima segunda-feira, passa a ser permitida a prática de desportos individuais ao ar livre, ainda que não em competição e desde que não impliquem a utilização de balneários ou piscinas.

Segundo o plano aprovado hoje pelo governo, o acesso às praias e ao mar vai também passar a ser possível já a partir de segunda-feira para a prática de desportos náuticos. “Haverá alguns acessos às praias que passam a ser possíveis, (…) designadamente para a prática de atividades desportivas náuticas", afirmou António Costa.

Modalidades de pavilhão
As competições nacionais de andebol, basquetebol, hóquei em patins e voleibol foram canceladas na quarta-feira pelas respetivas federações, num comunicado conjunto emitido pelas quatro entidades. O cancelamento das provas deixa sem campeões ou descidas os campeonatos destas quatro modalidades de pavilhão, que tinham as provas suspensas desde 11 e 12 de março, seguindo o desfecho decidido para o futsal, em 08 de abril, pela FPF.

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