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Covid-19: Moçambique repatria prostitutas que violaram estado de emergência

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As autoridades policiais na província de Sofala, centro de Moçambique, anunciaram hoje na cidade da Beira o repatriamento de 43 prostitutas detidas na quarta-feira por violar as regras do estado de emergência.
Covid-19: Moçambique repatria prostitutas que violaram estado de emergência

O grupo, composto por zambianas e zimbabueanas, foi repatriado na sexta-feira, disse Fernando Ribeiro, diretor no comando provincial da polícia moçambicana em Sofala, à margem de uma reunião do comité operativo de emergência sobre a covid-19 na província.

No total, na operação de quarta-feira, 109 pessoas, entre prostitutas, comerciantes e consumidores de bebidas alcoólicas na via pública, foram detidas por violar as regras do estado de emergência na cidade da Beira.

Do grupo, 77 pessoas eram prostitutas, 43 das quais estrangeiras e o restante moçambicanas.

"Nós registamos os casos de trabalhadoras do sexo que ficam aglomeradas no mesmo sítio quase em todos os dias, tivemos que recolher algumas", declarou Fernando Ribeiro.

Entre os vendedores de bebidas alcoólicas estavam também menores, que deverão ser encaminhados para a assistência social.

Segundo as últimas atualizações, Moçambique tem um total de 209 casos positivos de covid-19, 12 dos quais na província de Sofala.

Com o registo de um morto devido à doença provocada pelo novo coronavírus, o país vive em estado de emergência, em vigor desde 01 de abril, tendo sido decretado até final daquele mês e depois estendido até ao final de maio.

Na vigência do estado de emergência, os espaços de diversão e lazer estão encerrados, é proibido todo o tipo de eventos e de aglomerações, recomendando-se à população que fique em casa, se não tiver motivos de trabalho ou outros essenciais para tratar.

Durante o mesmo período, há limitação de lotação nos transportes coletivos com obrigatoriedade do uso de máscaras, as escolas estão encerradas e a emissão de vistos para entrar no país está suspensa.

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, admitiu tomar medidas mais duras no âmbito do estado de emergência para prevenção da covid-19, se persistir o incumprimento de algumas restrições, nomeadamente se os níveis de circulação interna continuarem altos.

As últimas atualizações publicadas pela polícia moçambicana indicavam que até 07 de maio foram detidas 899 pessoas pelo crime de desobediência durante o estado de emergência em curso no país.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 346 mil mortos e infetou mais de 5,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Quase 2,2 milhões de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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