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Vítor Oliveira: «Foi uma vitória muito importante para as nossas contas»

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Declarações de Vítor Oliveira, treinador do Gil Vicente, após a vitória frente ao Rio Ave (1-0), em jogo da 30.ª jornada da I Liga de futebol, disputado hoje no Estádio Cidade de Barcelos, em Barcelos.
Vítor Oliveira: «Foi uma vitória muito importante para as nossas contas»

“Foi uma vitória muito importante para as nossas contas. O campeonato está disputadíssimo e tínhamos consciência de que 33 pontos não chegavam. Não sabemos se 36 chegam, mas realmente é uma situação mais confortável.

Faltam 12 pontos, temos uma vantagem de nove sobre o Portimonense e seis para o Vitória de Setúbal. Matematicamente, ainda não é o necessário, mas em termos de jogo penso que os 36 vão chegar. A equipa está em crescendo e certamente vamos pontuar.

Estávamos a defrontar a equipa que melhor jogava neste momento em Portugal. Hoje, não jogou e creio que por mérito do Gil Vicente. Na primeira parte fomos melhores. Fizemos um golo, podíamos ter feito outro e tivemos quatro ou cinco saídas muito bem feitas.

Conseguimos manietar o jogo interior do Rio Ave. Nunca demos grandes espaços e o adversário não conseguiu criar oportunidades. Na segunda parte, os primeiros 10 minutos foram equilibrados até à expulsão do Rúben [Fernandes]. Aí a coisa complicou-se.

Com este calor notou-se desgaste em alguns jogadores e passámos por dificuldades, perdendo até algum tempo na segunda parte, contrariamente àquilo que idealizamos para a nossa equipa. Hoje, fizemos aquilo que outros têm feito por quatro razões simples. Acima de tudo, estávamos a ganhar por 1-0. Depois, a qualidade do nosso adversário, a necessidade de pontos e a inferioridade numérica. Todas estas situações somadas levaram a que perdêssemos algum tempo e retardássemos o jogo.

De qualquer forma, o que é inquestionável, apesar dos protestos adversários, é que não houve uma palavra em relação às duas faltas extremamente gravosas do lateral Matheus [Reis] na primeira parte. Deveriam ser punidas com amarelo e dariam expulsão.

Depois todos viram que o Filipe Augusto faz uma falta grosseira, leva amarelo e pontapeia a bola. Tinha de levar o segundo amarelo. Isto é elementar. Se não virmos isto, não vemos nada. Não houve nenhuma palavra, embora reconheça que perdemos tempo.

Sou muito contestatário relativamente ao tempo que os árbitros dão, mas hoje fomos obrigados a fazer um bocadinho isso e fomos penalizados com 10 minutos. Penso que foi a única vez em Portugal que esta situação aconteceu”.

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