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Rúben Amorim: «O que me revoltou foi a dualidade de critérios»

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Declarações de Rúben Amorim, treinador do Sporting, após o empate frente ao FC Porto (2-2), em jogo da quarta jornada da I Liga.
Rúben Amorim: «O que me revoltou foi a dualidade de critérios»

“Faço ‘mea culpa’, porque não deveria ter dito o que disse e no momento antes ouviu-se bem pior, vindo de outro sítio. O que me revoltou foi a dualidade de critérios. Estou sempre a aprender e a crescer.

Em relação ao jogo, o Sporting foi melhor e merecia ter ganhado. Tenho uma equipa de leões. Deram tudo. Se tivéssemos perdido, estaria a dizer aqui a mesma coisa. Foi um empate. O Sporting empatou com FC Porto. Perdemos dois pontos.

Claro que a arbitragem teve influência no resultado. Para mim é grande penalidade. Temos tido azar com o VAR. Para mim é penálti. Teve influência no resultado, não no jogo, porque o jogo foi sempre nosso.

É melhor para todos olharem para o jogo e não para o que se diz à volta. Estou muito orgulhoso com os meus jogadores. Parece que o outro treinador não. Perdemos dois pontos.

Zaidu era expulso no lance da grande penalidade. Não vou estar sempre a falar nisso.

Não perdemos o controlo das posições. Foi uma situação estudada. Trabalhamos o mesmo sistema todos os dias. Eles estavam preparados. Foi notório que a defender e a atacar os jogadores não estavam perdidos. Muito pelo contrário.

As substituições não foram tardias. Foi quando sentimos que precisávamos jogadores com outras características e mais frescos que nos permitissem fazer outras coisas.

João Mário vê-se que tem experiência com bola. Vai melhorar muito.

Temos de ganhar o próximo jogo porque estamos num clube de exigência máxima.

Não temos de dar resposta a ninguém. Este é o nosso trabalho. Os jogadores têm de sentir essa pressão. Têm de ganhar e têm de viver com isso. Vai demorar tempo e todos juntos vamos chegar lá”.

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