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Crónica: Moreirense dinâmico bate Marítimo sem inspiração ofensiva

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O Moreirense regressou hoje aos triunfos na I Liga de futebol, ao impor-se na receção ao Marítimo, por 2-1, num encontro da quinta jornada, pautado pelo domínio vimaranense e pela desinspiração insular.
Crónica: Moreirense dinâmico bate Marítimo sem inspiração ofensiva

Em Moreira de Cónegos, um autogolo de Fábio China (21 minutos) e um remate certeiro de Pedro Nuno (45+2) encerraram um ciclo de três jogos sem vitórias por parte dos minhotos, que subiram à condição ao quarto posto, com oito pontos em 15 possíveis.

Já o Marítimo, a lidar desde os 36 minutos com a expulsão de Jean Irmer, ainda reduziu por Zainadine aos 89, mas nunca soube servir o avançado Rodrigo Pinho, um dos ‘artilheiros’ da prova, com cinco golos, e desceu ao nono lugar, com seis pontos.

O ritmo baixo foi sintomático de um arranque dividido na zona intermediária, com poucos motivos de interesse e alguma impetuosidade nos duelos, tendo a superioridade dos ‘cónegos’ arrancado com o tento inaugural, aos 21 minutos.

Numa jogada de envolvimento ao primeiro toque, Pedro Nuno recebeu a bola de Walterson em zona frontal e assistiu o remate cruzado de Felipe Pires, descaído sob a direita, que foi intercetado por Fábio China e baralhou a ação do guarda-redes Amir.

O lance tranquilizou o conjunto de Ricardo Soares, com metade do setor defensivo desfalcado e um trio ofensivo móvel, que cresceu com o avanço do relógio e insistiu num ‘tiro’ de Walterson (28 minutos) e num cabeceamento ao poste de Steven Vitória (37).

Um minuto antes, a expulsão de Jean Irmer tinha denotado a desorientação do Marítimo, cujo bloco compacto entregava a iniciativa ao Moreirense e concedia novas tentativas de Pedro Nuno (41 minutos) e Filipe Soares (45), ambas travadas pelas mãos de Amir.

Em inferioridade numérica, Lito Vidigal refrescou as alas antes do intervalo e viu os insulares ganharem o primeiro canto no segundo minuto de compensação, cujo desaproveitamento originou uma transição vertiginosa dos minhotos de área a área.

Beneficiando da lentidão ‘verde-rubra’ em recuperar posições, Filipe Soares captou o esférico, atravessou a linha divisória e lançou na direita Felipe Pires, antes da finalização eficaz de Pedro Nuno na pequena área, premiando nova combinação dos ‘cónegos’.

O Moreirense manteve o controlo das operações na etapa complementar e acumulou ocasiões para avolumar o marcador, mas os pontapés do irrequieto Felipe Pires (53 e 69 minutos) e do recém-entrado Galego (75) esbarraram nas intervenções de Amir.

Revelando dificuldades crescentes para reentrar na discussão do jogo, Lito Vidigal abdicou do trio de centrais no último quarto de hora, mas só incomodou Mateus Pasinato aos 87 minutos, num remate de Bambock, anterior ao desvio subtil de Zainadine.

O golo surgiu num livre lateral de Fábio China e teve o condão de transportar o Marítimo de uma toada sôfrega em zonas recuadas para uma fase de crença e risco total, sem beliscar um triunfo de números escassos da formação de Ricardo Soares.

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