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Presidente do Aves 1930 deseja subida imediata à I Divisão distrital da AF Porto

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A meta imediata do refundado Desportivo das Aves 1930 é consumar a subida à I Divisão distrital da Associação de Futebol do Porto, defendeu hoje o presidente António Freitas, antes da estreia vitoriosa em 2020/21.
Presidente do Aves 1930 deseja subida imediata à I Divisão distrital da AF Porto

“Isso só é possível respeitando todos os adversários. Iremos recebê-los com fidalguia, tal como se estivéssemos noutro patamar, e quero que vejam que este clube é gente e realmente merecia estar mais acima. Vamos tentar subir o primeiro degrau e estou confiante”, apontou o dirigente, numa nota publicada pelos nortenhos nas redes sociais.

O emblema do concelho de Santo Tirso refundou no início de outubro as secções de futsal e de futebol e juntou 19 atletas sob orientação de Bruno Alves, tendo vencido na receção ao Invicta (4-0), em encontro da terceira jornada da Série 1 do quarto nível distrital portuense, com um autogolo e os tentos de Capela, Jojo e André Gouveia.

“Esta caminhada tem sido muito difícil, mas hoje é um dia feliz para mim. Este grupo foi formado rapidamente e contém diversos jogadores da nossa formação. Faz-me lembrar outros tempos, quando vi o Desportivo das Aves a jogar nas divisões regionais com muitos jogadores da terra”, comparou António Freitas, eleito em 27 de junho.

Três meses após o último jogo oficial na Vila das Aves, os nortenhos contaram com o apoio de dezenas de adeptos nas imediações do estádio, sinal da “comunhão muito grande entre a equipa e a massa associativa”, num cenário idêntico à derrota com o Benfica (0-4), em 21 de julho, na 33.ª e penúltima jornada da última edição da I Liga.

“Estou preparado para tudo, mas a nossa equipa tem valor e o espírito de união vai-nos ajudar a fazer um campeonato à imagem deste clube. Acreditem nestes jovens, que só voltaram porque tem grande amor a esta camisola, na direção e em toda a estrutura. Juntos faremos com o Aves volte um dia ao futebol profissional”, afiançou.

O Aves 1930 surgiu após a Câmara de Resolução de Disputas da FIFA ter impedido os nortenhos de inscreverem novos atletas desde 03 de agosto, pelas dívidas da SAD de quase 37,5 mil euros a três clubes estrangeiros, associadas aos direitos de formação de dois médios sul-americanos, ambos com vínculos extensíveis até ao final de 2019/20.

“Pode haver uma ou outra voz discordante, o que é perfeitamente natural, mas fizemos o que era possível. Na próxima assembleia-geral, os sócios podem tirar dúvidas e até reverter o rumo, algo em que não acredito, porque não vejo outra saída”, frisou, em alusão a uma sessão extraordinária dependente do aval das autoridades sanitárias.

Como a FIFA não faz distinção entre as duas personalidades jurídicas, a direção de António Freitas sofreu com os efeitos das dívidas da Aves SAD, que comunicou em setembro a saída do Campeonato de Portugal, do qual foi desqualificado, após ter falhado o acordo com o Perafita para utilizar as instalações do clube de Matosinhos.

A administração do chinês Wei Zhao reprovou em julho os requisitos de licenciamento nas provas profissionais de 2020/21 junto da Liga de clubes e dispensou o recurso para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, após uma época assinalada por incumprimentos salariais, rescisões unilaterais e a descida no relvado à II Liga.

“Isto desgastou bastante. Tive momentos de grande desânimo, mas, se eu acreditava nesta direção que me acompanha, agora muito mais. Fizemos imensas reuniões e não há nada escondido”, concluiu António Freitas, que desembolsou quase 50 mil euros para garantir a presença dos avenses nas duas rondas finais da edição 2019/20 da I Liga.

Sem competição no horizonte, a SAD tem sido acompanhada pelo administrador judicial provisório António Dias Seabra e beneficia de um Processo Especial de Revitalização (PER), cuja lista provisória reparte dívidas de 17,1 milhões de euros por 110 credores.

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