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Francisco Neto: «Devíamos ter tido capacidade de fazer mais golos»

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Declarações após o jogo Portugal-Chipre (1-0), a contar para a qualificação para o Campeonato Europeu de futebol feminino, realizado hoje no Estádio António Coimbra da Mota, no Estoril.
Francisco Neto: «Devíamos ter tido capacidade de fazer mais golos»

“No jogo de Chipre, estávamos a ligar a linha defensiva com a intermédia, mas faltava ligar a intermédia com a ofensiva. Neste jogo, conseguimos. Devíamos ter tido capacidade de fazer mais golos, mas acho que fomos competentes na criação de oportunidades, não tão competentes na finalização.

Seria injusto reduzir o jogo das jogadoras pelo resultado. Trabalharam imenso, foram 90 minutos em cima do Chipre e, na segunda parte, o Chipre abdicou ainda mais da frente. Vamos crescer nestes jogos e aprender com os erros.

Procurámos sempre a baliza. Em 90 minutos num volume ofensivo imenso, é normal que haja algumas más decisões. As jogadoras tinham uma ideia de jogo bem delineada e cumpriram. O adversário, quando se fecham, é sempre mais difícil penetrar nas últimas linhas. Esta vitória é mais do que justa e peca por escassa.

Gostei muito dos primeiros 25 minutos. Ficámos ligeiramente ansiosos e, nos últimos minutos da primeira parte, não tiveram tanto critério. Disse-lhes para estarem calmas, que as coisas iriam acontecer, continuar a criar oportunidades e os golos surgiam com naturalidade.

O próximo jogo será em nossa casa e, na qualificação, os jogos em casa são fundamentais. Vamos continuar o nosso processo de crescimento até à Escócia, que nos vai trazer um padrão de problemas completamente distinto. Temos de ter a capacidade de nos ajustar. Quando Portugal joga, é à procura dos três pontos e é isso que iremos fazer, mas sabemos que, com a Escócia, não vamos ter o número de oportunidades e volume ofensivo que tivemos aqui.

Portugal não é obrigado a ir ao campeonato da Europa. É um objetivo da direção e um objetivo interno do grupo. Mais do que uma obrigação, é um desejo enorme do grupo de trabalho e, quando é um desejo muito grande, deixa de ser obrigação. Queremos estar em Inglaterra.”

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