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Crónica: Benfica volta a recuperar de desvantagem e disfarça exibição sofrível

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O Benfica empatou hoje a dois golos frente ao Rangers, voltando a recuperar de uma desvantagem de dois golos, mas a ponta final camuflou uma exibição sofrível na quarta jornada do Grupo D da Liga Europa de futebol.
Crónica: Benfica volta a recuperar de desvantagem e disfarça exibição sofrível

O Benfica estava a perder por 2-0 aos 77 minutos e, tal como sucedeu no jogo da Luz, em que esteve a perder por 3-1 e acabou por empatar a três golos, voltou a recuperar de uma desvantagem de dois golos graças a uma ponta final mais assente na crença e na garra do que propriamente numa melhoria da sua qualidade de jogo.

O Benfica entrou forte na primeira parte, mas cedo voltou a cometer um erro defensivo comprometedor, com Rafa e Gilberto, a darem muito espaço e a serem batidos por uma simples tabela de Morelos com o lateral esquerdo Barisic, que cruzou para a zona dos centrais, batidos primeiro por Kemar Roofe, de cabeça (Helton Leite sacudiu para a frente), e depois por Tavernier, que rematou à barra, antes da recarga vitoriosa de Scott Arfield.

Em desvantagem, o Benfica continuou a ter a iniciativa de jogo, instalado no meio-campo do Rangers, mas, com exceção de dois lances, teve sempre pouca efetividade e contundência no último terço, com exceção de um lance aos 13 minutos, pelo flanco esquerdo, uma combinação que envolveu Grimaldo, Waldschmidt e Everton, com este a desperdiçar uma grande oportunidade, rematando por cima da barra.

No restante tempo até ao intervalo, o Rangers controlou sempre o jogo, embora jogando com o bloco mais baixo e a tentar sair em transições rápidas para surpreender o Benfica, que em cima do intervalo criou outro lance de perigo com uma diagonal de Rafa, a passe de Everton, que seria anulada ‘in-extremis' por Tavernier, para canto.

Na segunda parte, Jorge Jesus lançou bem cedo, aos 56 minutos, Pizzi e Diogo Gonçalves para os lugares de Waldschimdt e Chiquinho, mas essas alterações não tiveram repercussão no jogo do Benfica, que continuou a ter mais bola, mas pouca capacidade de ferir o Rangers no último terço do campo.

Aos 63 minutos, valeu aos encarnados não haver videoárbitro nos jogos da Liga Europa, visto que Verthongen cortou um cruzamento com a mão na área, que daria um penálti, e as coisas ficaram ainda mais sombrias, aos 69 minutos, quando Kemar Roofe fez o 2-0, num lance em que a organização defensiva do Benfica voltou a ‘meter água', ao falhar na marcação e ao dar muito espaço entre linhas que propiciou o remate imparável do médio do Rangers.

Aos 69 minutos, Jorge Jesus voltou a mexer, com a entrada de Gonçalo Ramos em troca com Gilberto, alteração que acabaria por ter influência no resultado, tendo em conta a participação do jovem avançado no lance do 2-1, cuja ação acabou por ser determinante para o autogolo de Tavernier, aos 78.

Este golo acabou por ter um efeito mais galvanizador para os jogadores do Benfica, que nunca baixaram os braços, e três minutos depois, Pizzi, lançado também na segunda parte, restabeleceu o empate, à semelhança do que sucedera no jogo da Luz.

Com este empate, o Rangers e o Benfica seguem com oito pontos, mais cinco do que Standard Liège e Lech Poznan.

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