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Luís Freire: «Teve uma primeira parte com mais bola e nós a tentarmos sair no contra-ataque»

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Declarações após o jogo Portimonense-Nacional (1-0), da oitava ronda da I Liga portuguesa de futebol.
Luís Freire: «Teve uma primeira parte com mais bola e nós a tentarmos sair no contra-ataque»

"Sabíamos que tínhamos de apresentar uma equipa consistente, porque o Portimonense ia entrar forte, como entrou, com mais bola. Teve uma primeira parte com mais bola e nós a tentarmos sair no contra-ataque.

Até ao intervalo, o resultado ajustava-se. É verdade que as duas equipas não dispuseram de muitas oportunidades de golo. Da nossa parte, faltou um pouco conseguir libertar os nossos jogadores entrelinhas, o Koziello e o João Victor, da marcação individual dos dois ‘trincos' do Portimonense e os extremos a tentarem condicionar o nosso jogo interior. Faltou, por vezes, principalmente em ataque organizado, chegar à baliza do adversário.

Na segunda parte, estivemos um bocadinho mais por cima no jogo, conseguindo chegar mais vezes à baliza do adversário. É verdade que não acertámos na baliza, mas tivemos sete ou oito tentativas de golo. Não conseguimos concretizar e, num momento em que estávamos a arriscar para tentar os três pontos, acontece o lance que decide um jogo muito equilibrado.

Estando em quinto ou sexto lugar, ganhando aqui sabíamos que íamos à Taça da Liga. Tentámos arriscar e dar um sinal à equipa que era possível ganhar. No nosso melhor momento, depois de dois remates do Kenji [Gorré], acabámos por, num lance fortuito, a bola bater na mão de um nosso jogador e o árbitro dar penálti.

Quando o jogo começou a andar para a frente, com o cansaço do Portimonense, começámos a ter mais espaço para fazer o nosso jogo. Tentei lançar os jogadores para a frente, como chegámos duas ou três vezes podíamos ter chegado mais, mas o jogo esteve muito tempo interrompido por causa do lance de penálti. Com a expulsão, perdemos o ímpeto e foi difícil, a partir daí, fazer mais.

Uma palavra sobre a morte do Vítor Oliveira. Foi feita aqui uma homenagem bonita [após o final da partida]. Sou um jovem treinador, mas admiro muito o Vítor Oliveira. Todos os treinadores ficaram tristes e penso que devem ser feitas as melhores homenagens ao Vítor Oliveira. Deixar um abraço à família e fica todo o meu respeito imenso pela personalidade”.

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