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João Pedro Sousa: «Penso que foi um resultado justo»

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Declarações de João Pedro Sousa, treinador do Famalicão, no final do encontro entre o Famalicão e o Sporting da nona jornada da I Liga portuguesa de futebol.
João Pedro Sousa: «Penso que foi um resultado justo»

"Foi um jogo muito exigente e complicado. Jogámos com uma equipa com uma riqueza tática muito grande e que dominou o jogo. Na primeira parte não permitimos ao Sporting criar oportunidades. Estivemos muito bem nesse aspeto. No entanto fomos para o intervalo a perder 2-1.

Na segunda parte, tentando, mas não conseguindo, chegar com mais homens à área do Sporting, fomos permitindo mais espaço ao adversário e isso podia fazer com que aumentassem a vantagem.

Fomos acreditando que podíamos entrar novamente no jogo. Chegamos ao 2-2 e tivemos uma oportunidade de chegar à vitoria já no minuto final, mas se acontecesse esse golo seria injusto.

Penso que foi um resultado justo. O Sporting foi superior.

Temos a consciência que as coisas não acontecem de um dia para o outro. O que aconteceu de estranho e anormal foi no ano passado. Este ano estão a acontecer normalmente. Precisamos de trabalhar, sabemos os problemas que temos. As coisas não se vão resolver numa semana nem duas. Temos uma equipa muito jovem. Tenho um orgulho muito grande na minha equipa, jogadores com muita qualidade e que vão ser reconhecidos.

Pagam-nos para trabalhar e ganhar os jogos. É isso que tentamos fazer. Mas também temos a consciência que é difícil conseguir nos jogos todos. O empate com o Sporting foi um resultado positivo.

Sobre o fim do jogo, quando dizem que este tipo de situações são normais no futebol eu não concordo. A educação das pessoas tem de ser sempre a mesma, seja no futebol ou noutra atividade qualquer. Os jogadores têm de ter juízo, os treinadores têm de ter muito juízo e os dirigentes têm de ter muito, muito juízo. Eu, como estou na indústria, sinto vergonha do que se passou. Acho que se queremos vender um produto como o futebol, temos de vender às famílias, às televisões, ao estrangeiro. Não podemos fazer coisas como a que fizemos hoje. Peço desculpa às pessoas porque de facto é lamentável e sinto-me envergonhado por aquilo que aconteceu".

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