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Crónica: Erro de Neto e coesão defensiva do Marítimo põem Sporting fora da Taça

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O Marítimo eliminou, na segunda-feira, o Sporting da Taça de Portugal em futebol, ao vencer 2-0, no Funchal, jogo marcado por um erro do central Neto e em que os 'verde e brancos' falharam na definição das jogadas.
Crónica: Erro de Neto e coesão defensiva do Marítimo põem Sporting fora da Taça

A eliminatória começou a ficar definida aos 68 minutos, quando o avançado brasileiro Rodrigo Pinho, aparentemente de saída para o Benfica, colocou os insulares na frente do marcador, jogador que, aos 79 minutos, assistiu o defesa-central e seu compatriota Léo Andrade para o 2-0, sentenciando o jogo.

A equipa 'verde-rubra' teve o mérito de se ter mantido sempre coesa a defender, suportando o caudal de jogo ofensivo do Sporting e de, na altura certa, aproveitar um erro grave do jogador supostamente mais experiente do adversário para marcar.

Esse foi o momento capital do jogo, quando Neto fez um passe 'suicida' para a zona central na tentativa de endossar a bola para Palhinha, mas este saiu-lhe com a força e a direção completamente erradas e permitiu ao Marítimo uma situação de contrapé que apanhou a defesa contrária toda descompensada.

Faltavam pouco mais de 20 minutos para o final da partida, numa altura em que o Sporting tinha voltado a mandar no jogo, depois de uma quebra de intensidade no início da segunda parte, e a pressionar um Marítimo cada vez mais a defender com o bloco mais baixo, com as linhas mais juntas, e a tentar sair pela certa em lances de contra-ataque.

Os madeirenses ainda chegaram ao segundo golo, aos 79 minutos, por Léo Andrade, na sequência de um pontapé de canto em que o central da casa aproveitou um desvio ao primeiro poste para encostar a bola para o fundo das redes, dando o golpe fatal nas aspirações de Rúben Amorim, que tinha lançado a ‘artilharia pesada’ minutos antes, fazendo entrar os habituais titulares Pedro Gonçalves, Sporar, João Mário e Pedro Porro.

No entanto, a história do jogo até aí foi bem diferente, com o Sporting quase sempre por cima, a ser capaz de criar lances entre linhas e em profundidade, que provocaram muitos problemas à defesa do Marítimo, que esteve consistente e teve muito mérito, mas beneficiou também de erros do ataque do Sporting na fase da definição das jogadas.

Faltou sempre o último cruzamento, o último passe, a última tabela, para o Sporting traduzir em golos os lances de ataque que foi capaz de produzir durante a primeira parte, a mais flagrante de todas logo aos sete minutos, quando Tiago Tomás, só com o guarda-redes Caio Seco pela frente, desviou a bola cruzada por Matheus Nunes para a barra, quando tinha tudo para fazer o golo.

A primeira ocasião de algum perigo do Marítimo aconteceu já na segunda parte, aos 51 minutos, num lance de bola parada, com Lucas Áfrico a atirar por cima da barra, razão pela qual o mérito do triunfo tem de ser creditado à sua consistência defensiva.

O Sporting pagou caro a juventude e falta de traquejo de jogadores como Gonzalo Plata e Tiago Tomás, mas teve grandes exibições como a de Palhinha, um ‘monstro’ no eixo do meio-campo a recuperar bolas e a lançar a equipa para o ataque, e dos dois Nunos, Mendes e Santos, no flanco esquerdo, que ‘fustigaram’ a defesa insular com as suas diagonais interiores e idas à linha de fundo.

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