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Crónica: Sporting em alta mantém-se invicto e prolonga malapata do Boavista

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O líder Sporting conservou hoje a invencibilidade na I Liga de futebol, ao triunfar na deslocação ao terreno do lanterna-vermelha Boavista, por 2-0, revelando inegável superioridade no encontro de encerramento da 15.ª jornada.
Crónica: Sporting em alta mantém-se invicto e prolonga malapata do Boavista

No Estádio do Bessa, os golos do avançado Nuno Santos (22 minutos) e do defesa espanhol Pedro Porro (77) devolveram os ‘leões’ ao caminho das vitórias na prova, três dias depois da reconquista da Taça da Liga frente ao Sporting de Braga (1-0).

O Sporting comanda a I Liga, com 39 pontos, quatro acima do FC Porto, segundo, e seis do Benfica, terceiro, que defrontará na próxima ronda, enquanto o Boavista ainda não venceu sob a alçada de Jesualdo Ferreira e ocupa a 18.ª e última posição, com 11.

Privados do melhor marcador Pedro Gonçalves, castigado, os lisboetas entraram com mais bola e, desde cedo, se impuseram no meio-campo adversário, ainda que tenham acumulado precipitações no último passe e demorado a importunar Léo Jardim.

Na primeira jogada com princípio, meio e fim, a formação de Rúben Amorim revelou extrema eficácia e abriu o marcador aos 22 minutos, com Nuno Santos a concluir um cruzamento de Nuno Mendes na esquerda, num lance validado pelo videoárbitro.

Os pupilos de Jesualdo Ferreira tentaram desfazer-se das amarras defensivas para articular setores e construir contra-ataques promissores, numa missão dificultada pela introdução estratégica de cinco unidades no último reduto e pela agressividade alheia.

O Sporting fazia uma gestão confortável das incidências e ameaçou novos festejos num remate a rasar o poste direito de Nuno Mendes (26 minutos), num cabeceamento desenquadrado de Feddal (30) e num desvio falhado de Sporar em zona frontal (33).

Acusando inoperância nas movimentações atacantes, o Boavista só ripostou aos 39 minutos e à boleia de um atraso arriscado de Luís Neto, que não se apercebeu da proximidade de Alberth Elis, resolvido com uma saída atenta de Antonio Adán.

O dianteiro hondurenho ainda balançou as redes aos 45 minutos, mas partiu de posição irregular na altura do passe em rutura de Paulinho, numa fase em que os ‘leões’ acumulavam duas oportunidades claras para dilatar a contagem antes do intervalo.

Aos 40 minutos, Jackson Porozo intercetou em cima da linha de golo um pontapé de Jovane Cabral, na resposta ao canto de Pedro Porro, para, aos 43, Sporar amortecer na direção de João Mário, que 'driblou' Adil Rami e atirou contra as pernas de Léo Jardim.

Mesmo que Jesualdo Ferreira desejasse uma equipa mais esticada no reatamento, prevaleceu a amplitude com que o Sporting carregava o jogo pelos flancos, onde Nuno Santos superou Reggie Cannon e assistiu um falhanço de Sporar, aos 53 minutos.

Os ‘leões’ voltaram a ameaçar a baliza de Léo Jardim aos 60 minutos, num 'disparo' de João Mário nas imediações da área ‘axadrezada’, menos impactante do que a ‘bomba’ de Pedro Porro, aos 77, ao superar Hamache para alojar o esférico no fundo das redes.

O Boavista mostrou-se espevitado à medida que o desgaste lisboeta era indisfarçável, embora só testasse Antonio Adán num cabeceamento de Adil Rami (82 minutos), logo após João Palhinha ter visto o quinto amarelo e confirmado a ausência do dérbi.

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