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Taça Libertadores: Palmeiras e Santos em final 'regional' no Maracanã

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O Palmeiras, de Abel Ferreira, e o Santos, que foi de Jesualdo Ferreira, disputam sábado no mítico Maracanã a terceira final 100% brasileira da Taça Libertadores em futebol, à procura de suceder ao Flamengo, de Jorge Jesus.
Taça Libertadores: Palmeiras e Santos em final 'regional' no Maracanã

Numa edição 2020 que se prolongou para 2021 por culpa da pandemia da covid-19, o ‘verdão’ tenta repetir o título inédito de 1999, sob o comando de Luiz Felipe Scolari, enquanto o Santos quer replicar os feitos de Pelé (1962 e 1963) e Neymar (2011), no que será para ambos a quinta final.

O vencedor selará o 20.º título brasileiro na Libertadores – a Argentina soma 25 – e segundo consecutivo, depois do triunfo do ‘Fla’ em 2019, com uma vitória por 2-1 na final sobre o River Plate, na primeira decisão a um jogo, em Lima, no Peru.

O ex-avançado benfiquista Gabriel Barbosa foi o ‘herói’ do ‘mengão’, com um ‘bis’ na parte final, aos 89 e 90+2 minutos, depois do colombiano Rafael Santos Borré dar vantagem aos ‘milionários’, que lideraram desde os 14.

Agora, um ano, dois meses e uma semana depois, um novo treinador português tem a hipótese de conquistar o troféu, e com um percurso muito semelhante na prova, já que, como Jesus, também Abel Ferreira apanhou o Palmeiras nos oitavos de final.

Sob o comando do ex-treinador do Sporting de Braga, o conjunto ‘alviverde’ afastou os equatorianos do Delfín, nos ‘oitavos’, os paraguaios do Libertad, nos ‘quartos’, e os argentinos do River Plate, vice-campeões em título, nas ‘meias’.

O Palmeiras superou tranquilamente Delfín (8-1 no conjunto dos dois jogos) e Libertad (4-1), mas ‘penou’ face ao conjunto de Marcelo Gallardo, ao perder por 2-0 em casa, depois de um sensacional triunfo por 3-0 na Argentina.

Para a história, ficam os resultados, mas é inquestionável que, na segunda mão das meias-finais, os argentinos foram claramente prejudicados pela arbitragem, VAR incluído, que, entre outras coisas, lhes ‘gamou’ um terceiro golo legal.

Os brasileiros ‘agradeceram’ e seguiram em frente, para um embate ‘regional’ com o Santos, que chegou à final sob o comando de Cuca, mas num trajeto iniciado sob o comando de Jesualdo Ferreira, vencedor dos dois primeiros jogos da fase de grupos.

O técnico luso saiu e o ‘peixe’ chegou sem problemas à fase a eliminar, na qual superou os equatorianos do Liga de Quito (2-1 fora e 0-1 em casa), nos ‘oitavos’, os compatriotas do Grêmio (1-1 fora e 4-1 em casa), nos ‘quartos’, e os argentinos do Boca Juniors (0-0 fora e 3-0 em casa), nas ‘meias’.

Desta forma, ficou assegurado mais um título para o Brasil e uma terceira final ‘canarinha’, depois de duas consecutivas com o São Paulo, que bateu o Athletico Paranaense, em 2005, e perdeu com o Internacional de Porto Alegre, em 2006.

O Palmeiras chega ao Maracanã por cima, tendo em conta o que fez no Brasileirão, no qual soma mais sete pontos do que o Santos, face ao qual não perdeu no confronto direto: venceu em casa por 2-1, ainda liderado por Vanderlei Luxemburgo, e empatou 2-2 fora.

Em 23 de agosto de 2020, no Morumbi, Luiz Adriano, aos 45+1 minutos, de penálti, e Patrick de Paula, aos 73, marcaram para o Palmeiras e o ex-benfiquista Ramires, que já abandonou o ‘verdão’, apontou o tento do ‘peixe, aos 48, na própria baliza.

Mais recentemente, em 05 de dezembro, na Vila Belmiro, Diego Pituca, aos 38 minutos, e Marinho, aos 71, faturaram para os anfitriões e Raphael Veiga, aos 55, de penálti, e Willian, aos 63, para o conjunto já comandado por Abel Ferreira.

Na antecâmara da final, na terça-feira, em jogos em atraso do Brasileirão, o Palmeiras empatou 1-1 na receção ao Vasco da Gama e o Santos perdeu 2-0 no reduto do Atlético de Mineiro, sendo que ambos pouparam, aparentemente, todos os titulares.

O Palmeiras, que face ao River jogou em ’3-4-3’, poderá voltar ao mais habitual ‘4-2-3-1’, com Weverton na baliza, uma defesa com Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Matias Vinã, Gabriel Menino e Danilo como médios mais defensivos e um trio (Zé Rafael, Raphael Veiga e Roni) no apoio a Luiz Adriano.

Por seu lado, o Santos deverá replicar o ‘4-3-3’ da segunda mão da meia-final, com Pará, Lucas Veríssimo - na provável despedida antes de rumar ao Benfica - Luan Perez e Felipe Jonatan, à frente de João Paulo, um meio-campo com Alison, Diego Pituca e Lucas Braga e um ataque com Marinho, Soteldo e Kaio Jorge.

O encontro entre Palmeiras e Santos, da final da 61.ª edição da Taça Libertadores em futebol, está marcado para sábado, numa Estádio Maracanã quase ‘despedido’ de público, no Rio de Janeiro, a partir das 17:00 locais (20:00 em Lisboa).

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