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Luís Freire: «Acabámos por ser penalizados por não fazer o 2-2»

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Declarações de Luís Freire, treinador do Nacional, no final do encontro da 21.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, que terminou com a vitória do Braga por 2-1, disputado no Estádio da Madeira, no Funchal.
Luís Freire: «Acabámos por ser penalizados por não fazer o 2-2»

"Gostaria de explicar em primeiro lugar o que foi o jogo. Nós sabíamos que o Braga é muito forte em organização ofensiva, que ataca muito bem a profundidade e quisemos tirar essa profundidade. Quisemos condicionar o jogo entrelinhas e nas costas, onde eles são muito fortes. Queríamos ganhar a bola e sair para a frente e fazer o nosso jogo com bola e era essa a nossa intenção. Queríamos ser iguais a nós com bola e retirar os pontos fortes que o Braga tem.

Começamos logo a perder a bola aos 40 segundos e íamos dando o golo ao adversário. Mas, a partir daí, estivemos num bloco mais baixo e o Braga sem grande capacidade de entrar.

O 1-0 é um 'balde de água fria', até pela forma como acontece e acabámos por ter um momento de alguma desorganização. Tivemos alguma ansiedade de querer responder logo de uma forma direta ao golpe que levámos e acabámos por sofrer o segundo golo num pontapé longo, onde houve infelicidade do nosso jogador, mas isso eu sou o principal responsável. Eu é que tenho de assumir as coisas, quando não correm bem, não é o meu guarda-redes nem os meus jogadores.

Tivemos que nos mentalizar que não podíamos perder mais a cabeça, porque não dava para tentar dividir um jogo com esta intranquilidade lá atrás. Reorganizámo-nos e acabámos bem a primeira parte.

Ao intervalo, o que se pediu é que se jogasse o nosso jogo com bola, não concedendo aqueles espaços ao adversário e, quando estivéssemos todos juntos, pressionar o Braga, e foi isso que aconteceu. Fizemos o 2-1 e, até ao fim, foi a equipa que assumiu a iniciativa. Acabámos por ser penalizados por não fazer o 2-2.

O Braga também teve ocasiões, mandou bolas ao ferro, mas o Nacional, por tudo o que fez e pela capacidade de se reorganizar, com as contrariedades que teve, obrigando o Braga a fazer um tipo de jogo que não gosta, batendo longo, com o jogador a ficar no chão e depois já estava bom e com o guarda-redes a ir quase a meio-campo bater um pontapé e de ir a passo nos lançamentos.

A entrada do Róchez, que tem jogado muito bem, foi para ter mais presença na área, pois estávamos a conseguir ter bola e a chegar ao meio-campo ofensivo. Tínhamos que estar estáveis defensivamente e quebrar a pressão do Braga."

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