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Thomas Tuchel: «No banco, estava nervoso, porque um golo bastaria para mudar tudo»

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Declarações de Thomas Tuchel no final do encontro Chelsea-FC Porto (0-1), da segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões em futebol, disputado na terça-feira no Estádio Ramón Sánchez Pizjuán, em Sevilha.
Thomas Tuchel: «No banco, estava nervoso, porque um golo bastaria para mudar tudo»

“No banco, estava nervoso, porque um golo bastaria para mudar tudo, mesmo um golo maluco, como um ressalto ou um pontapé de bicicleta como este [golo de Taremi aos 90+4], que pode acontecer a qualquer momento, independentemente do bem que defendes.

Imagino que os dois jogos não foram dos melhores para se ver na televisão para os espetadores que gostam de entretenimento, mas é muito difícil jogar contra o FC Porto.

Uma parte do trabalho é não deixar que os outros tenham boas prestações, é o que eles fazem e foi o que nós fizemos. Hoje [terça-feira], foi o dia de aguentar, ter intensidade e espírito de equipa necessário.

Quando não tens a experiência, quanto tens jogadores novos e é a primeira vez de vários jogadores nesta fase [da prova], é o momento de unirmos, lutar e aguentar.

Esta foi a chave, porque quando trabalhas árduo, suas e usas o teu físico, não podes estar nervoso. Encorajamos todos a fazer isso e a disputar jogos com esta intensidade de três em três dias. Houve muito trabalho, sem ninguém a apoiar quando fazes um carrinho ou uma boa jogada [porque não há público devido à covid-19], por isso estou muito, muito satisfeito.

Foi triste para ele [Kovacic, ausente por lesão], não temos muitos jogadores experientes e ele está sempre relaxado, luta muito e tranquiliza a equipa. Mas utilizámos o N’Golo [Kanté], arriscámos sem saber se ele tinha energia para 90 minutos, mas ele é incrível, todos o adoram na minha família e é muito bom contar com ele. Não tínhamos a certeza se ele iria começar de início se todos estivessem bem, mas correu bem e agora esperamos recuperar bem.

Chegamos com uma equipa jovem e uma equipa jovem tem de batalhar, correr e é um grande passo estar nas meias-finais. É um grande feito, não estamos habituados a estar nas meias-finais, mas, a partir do momento que lá estamos, temos de jogar pela final.

Aproveitamos todos os minutos para melhorar e crescer e isso não é possível sem estas experiências.

Como disse, se calhar, não são os melhores jogos para ver na televisão os jogos contra o FC Porto, mas acreditem, são uma equipa muito, muito dura de bater, são muito físicos, lutam por todas as bolas, não te deixam pensar dois segundos por outa solução, estão sempre a meter pressão, são emotivos, é muito com que lidar, mas passámos e estou super-feliz”.

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