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Rúben Amorim: «Foi um jogo dividido, um bom jogo, mas creio que fomos justos vencedores»

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Declarações de Rúben Amorim após o jogo Farense-Sporting (0-1), da 27.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado na sexta-feira.
Rúben Amorim: «Foi um jogo dividido, um bom jogo, mas creio que fomos justos vencedores»

"[27 jogos sem derrotas] Principalmente, quando se fala numa crise, bater esse recorde histórico do clube e ultrapassar a última equipa, que tinha 26 jornadas. Portanto, mérito aos jogadores, mérito a muitos miúdos da formação, com uma idade muito jovem.

Hoje [sexta-feira], [a equipa] soube sofrer quando tinha de sofrer, fez o golo, não soube matar o jogo e depois sofreu no fim, como é normal, a ansiedade cresceu.

Penso que é justo. O Farense teve as suas oportunidades, nós também, e podíamos ter saído muito mais vezes com bola com outra qualidade. Foi um jogo dividido, um bom jogo, mas creio que fomos justos vencedores.

[O desafio] é escolher os melhores jogadores, porque eles treinam todos muito bem. O grande desafio desta equipa técnica é escolher o melhor ‘onze' para o jogo do Belenenses SAD, esse é o único objetivo, não existe mais nada para nós. O foco está no Belenenses SAD, um jogo que vai ser muito difícil, como todos até aqui.

[Visto ao intervalo a dar muitas indicações] Não estava a falar com a equipa técnica, estava a tratar de assuntos pessoais e por isso é que estava mais ansioso. Mas, eu sou sempre assim, não podendo estar a falar com os jogadores, isso cria mais ansiedade, daí o meu nervosismo.

Sabíamos que o campo era curto, que iria haver muitas segundas bolas, que queríamos mais gente no meio para ficar com a bola e o facto de o Farense nos tirar alguma profundidade, metemos um jogador extra em vez do Tiago Tomás, para ter essa posse. Por vezes, tivemos essa posse, variando o jogo frente a um Farense agressivo e bem organizado. Tivemos fases em que variando o centro do jogo, conseguíamos criar espaço para jogar. Foi essa a ideia. Às vezes corre bem, às vezes corre mal. Por vezes, conseguimos, outras não. Mas vencemos e isso é o mais importante.

Equipa piorou com a saída de João Mário? Foi com o decorrer do tempo. Houve uma ou outra bola em fora de jogo, o que cria ansiedade na linha defensiva porque demoramos tempo a perceber com o VAR. Aqui ou ali, a equipa demonstra inexperiência. O Nuno Mendes nas abordagens às segundas bolas, o Gonçalo Inácio no fim. E estou a dizer estes nomes para dar exemplos da sua juventude, porque têm qualidade. Mas, nalgumas vezes, quando a ansiedade cresce, nota-se a inexperiência. Mas é normal, eles vão crescer. Não sei se teve a ver com a saída do João Mário, que estava a fazer um bom jogo, mas depois o jogo começou-se a partir e nós quisemos dar a velocidade, criando o contrário do que queríamos no início.

Vitória retira pressão? Retira alguma desconfiança nos adeptos, na equipa não. A equipa é candidata a vencer o próximo jogo. Fosse qual fosse o resultado, seríamos capazes de vencer o Belenenses SAD. Agora, obviamente que não vamos esconder que há uma ideia nos sportinguistas. São muitos anos, os adeptos têm de saber sofrer e pensar como a equipa: é jogo a jogo, só queremos ganhar ao Belenenses SAD e depois logo se vê”.

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