Jesualdo Ferreira: «Era importante vencer este jogo e penso que o ganhámos bem»

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Declarações de Jesualdo Ferreira, treinador do Boavista, após o jogo Boavista-Portimonense (1-0), da 33.ª jornada da I Liga de futebol, disputado hoje no Estádio do Bessa, no Porto.
Jesualdo Ferreira: «Era importante vencer este jogo e penso que o ganhámos bem»

“Era importante vencer este jogo e penso que o ganhámos bem. A equipa teve uma atitude muito boa e lutou contra um oponente muito forte atleticamente. Até pouco antes de fazermos o golo, dominámos completamente.

Controlámos espaços, fizemos adaptações e mudámos a nossa capacidade ofensiva. Depois do golo, sabem porque é que reagimos assim: é o problema de segurar este resultado. Chegámos ao limite e não havia mais jogos para atingir os nossos objetivos.

A equipa foi capaz de defender bem, algo que fez durante o jogo todo de forma simples, com sacrifício e entreajuda grandes, perante o jogo direto do Portimonense. Foi uma vitória justa e do crer, que premeia muito daquilo que temos feito e não tem servido para pontuar. Não sei como vai ficar [o jogo Rio Ave-FC Porto], mas vamos procurar ganhar o próximo jogo.

Os adeptos podem estar tranquilos, porque esta equipa passou por muitas adaptações e reorganizações necessárias, mas tem jogadores que lutam sempre. Posso prometer que no próximo jogo faremos igual ou melhor do que esta tarde. Podemos qualificar a equipa de boa ou má, mas ninguém vai dizer que algum destes jogadores vai deixar de lutar.

Não podemos esquecer que eles também estão à procura de objetivos pessoais, que muitas vezes não são fáceis de conseguir. Há que olhar para frente de forma positiva. Sempre confiei nesta equipa e o meu trabalho foi fazer acreditar os jogadores de que era possível chegar a níveis qualitativos bons para se poder ganhar jogos e pontos na I Liga.

O Farense ganhou e o Rio Ave ainda vai jogar com o FC Porto, mas, sinceramente, não vou estar à espera do resultado, porque eu sei o que temos de fazer. Neste momento, estamos por cima, portanto não vou estar preocupado com isso. Depender de nós neste último jogo é fundamental, sendo que defrontaremos um Gil Vicente muito forte.

No início, alguém perguntou se achava esta época a mais difícil da minha carreira. Disse que não sabia. De facto, foi a mais difícil de todas. Tive de me habituar a ir para uma competição e prever três resultados. Por norma, previa sempre um e, no máximo, dois.

Viver com isso fez-me melhor treinador. Viver com os atletas de nula experiência numa competição deste nível foi ainda melhor. Penso que eles são melhores do que no princípio, mas essa tal sorte não teve muito do nosso lado. Muitas vezes, não tivemos sorte por falta de competência e tivemos competência sem sorte. Tudo isto foi decisivo”.

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