Rúben Amorim: «Foi um jogo que nem parecia de época, com muitos golos e oportunidades»

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Declarações de Rúben Amorim, treinador do Sporting, após o jogo entre Benfica e Sporting, da 33.ª e penúltima jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado no Estádio da Luz, em Lisboa, e que terminou com a vitória dos ‘encarnados’, por 4-3.
Rúben Amorim: «Foi um jogo que nem parecia de época, com muitos golos e oportunidades»

“Foi um jogo que nem parecia de época, com muitos golos e oportunidades. Podíamos ter feito o empate, como podíamos sofrer mais golos. O que fica é a reação da equipa, não é fácil jogar no Estádio da Luz, seja em que condições forem, mas a perder 3-0 manter a cabeça fria e ir atrás do resultado.

Juntámos alguns jogadores todos ao mesmo tempo, contra uma grande equipa que ainda tem um objetivo. Não têm culpa, foi o treinador que decidiu nesse aspeto e estou contente com eles. Há capacidade do outro lado, mas soubemos reagir.

Queríamos chegar ao final do campeonato invictos, os adeptos também, mas temos de preparar o futuro e foi uma opção minha. Não ligo muito a recordes. Se ligasse, faria a equipa de outra maneira. Têm de estar preparados para a Liga dos Campeões. O Benfica ainda tem um objetivo e é nestes jogos que temos de crescer. Era melhor não perder nenhum jogo, mas há que ser frio e a responsabilidade é totalmente minha.

Ao intervalo, falei apenas de aspetos táticos. Eles correm, dão o máximo, não preciso de dar um abanão na equipa. Independentemente de sermos campeões ou não, olhamos para aquilo que temos de fazer do que estar a dar reprimendas a alguém. A melhor forma de os ajudar é taticamente e tecnicamente.

O Pote [Pedro Gonçalves] quer muito [ser o melhor marcador], o Seferovic de certeza que também quer muito, mas o objetivo é ajudar a equipa. O Pote é médio, tenho muito orgulho nele. Para mim, já ganhou o prémio, mesmo que não o ganhe, pois fez uma grande época e tem de continuar a crescer. São muito chatos, mas gosto muito dos meus jogadores.

Estou muito orgulhoso dos meus jogadores e gosto que eles saibam isso. Ficou provado, na primeira parte, que temos muito a crescer e, na segunda parte, que temos coração suficiente para mascarar as limitações que temos”.

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