Crónica: Bélgica capitaliza erros russos para entrar a vencer no Europeu

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A Bélgica entrou hoje com o pé direito no Campeonato da Europa de futebol e venceu a Rússia, por 3-0, fazendo jus ao estatuto de líder do ‘ranking’ FIFA e de candidata ao título.
Crónica: Bélgica capitaliza erros russos para entrar a vencer no Europeu

Mesmo privados da ‘estrela’ De Bruyne, os belgas tiveram em Romelu Lukaku, que bisou, um dos trunfos para derrotar uma equipa russa que acabou castigada pelos erros cometidos.

A abertura do marcador, logo aos 10 minutos, ficou marcada pela polémica, num centro de Castaigne, que teve falha clamorosa de Semenov e permitiu a finalização de Lukaku, a beneficiar de posição muito duvidosa - o português João Pinheiro era um dos assistentes do VAR - para colocar os ‘diabos vermelhos' na frente

Na celebração, o avançado correu na direção das câmaras com uma mensagem para o dinamarquês Eriksen, colega no Inter que horas antes sofreu grande susto, ao cair inanimado no relvado no jogo com a Finlândia - "Chris, adoro-te!".

A atuar perante o seu público, a formação do Leste reagiu com coração e pouca cabeça, socorrendo-se das bolas paradas para tentar levar o perigo à baliza de Courtois, importunado, apenas, por Mário Fernandes.

Após canto de Golovin, o lateral-direito nascido em S. Caetano do Sul, no Brasil, ganhou nas alturas, mas cabeceou na direção do guarda-redes do Real Madrid.

Uma exceção à regra que concentrou atenções na área contrária. Depois das sérias ameaças de Dendoncker e Thorgan Hazard, Meunier aproveitou uma bola mal afastada por Shunin para dilatar a vantagem, aos 34 minutos.

A diferença ao intervalo só não foi ainda maior, porque Carrasco falhou o alvo por pouco, após ‘slalom’ brilhante.

Mais passivos e a gerir a vantagem, os belgas deram a iniciativa ao adversário na segunda parte, ainda que sem registo de grandes sobressaltos para a sua defesa.

Apesar do empolgamento russo no regresso dos balneários, não restou memória de uma oportunidade gritante para a equipa de Stanislav Cherchesov até às despedidas.

Os belgas também não fizeram melhor, mas, aos 88 minutos, quando a locomotiva do Inter, lançada em profundidade num excelente passe de Meunier, aproveitou a ocasião para bisar na partida e fechar as contas.

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