Crónica: Boavista termina 'festa' maritimista e segue na Taça da Liga

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O Boavista venceu hoje o Marítimo, por 1-0, e segue para a segunda fase da Taça da Liga em futebol, após eliminar os ‘verde rubros’ da competição, num encontro marcado pelo regresso dos adeptos aos estádios na Madeira.
Crónica: Boavista termina 'festa' maritimista e segue na Taça da Liga

O Boavista venceu no Funchal com golo apontado por Luís Santos, aos 41 minutos, num encontro marcado pelo regresso de cerca de 2.000 adeptos maritimistas ao recinto desportivo dos ‘verde rubros’, autorizados a receber 50% da sua ocupação, ou seja, no máximo 4.500 lugares estavam disponíveis.

Para o confronto da primeira fase da Taça da Liga, o técnico Júlio Velázquez apostou em quatro recentes contratações de início, nomeadamente, o guarda-redes Miguel Silva, Matheus Costa, Diogo Mendes e André Vidigal.

No treino de sábado à tarde o treinador espanhol teve uma baixa de última hora, com Beltrame a sair do último ensaio com uma lesão num ombro que o obrigará a parar pelo menos um mês. Em jeito de homenagem a formação insular posou para a habitual foto inicial com uma camisola do médio italiano.

O Boavista deslocou-se à Madeira com 16 jogadores, sem Jeriel de Santos que cumpre castigo, Rami e Mangas a contas com lesões e Cannon e Elis que se encontram a representar as respetivas seleções.

A primeira situação de perigo surgiu ao minuto 21, com Matheus Costa a evitar o primeiro golo do Boavista. O central brasileiro, contratado esta época ao Vizela, cortou a bola praticamente em cima da linha de golo, após o guarda-redes Miguel Silva já estar batido pelo potente remate de Luís Santos.

A reação dos ‘leões’ da Madeira não se fez esperar, com Diogo Mendes a protagonizar uma cabeçada exemplar diretamente do coração da grande área em seguimento de um canto, que obrigou Bracali a uma estirada para evitar a mexida no marcador.

Há primeira meia hora de jogo a equipa da casa exigia grande penalidade por entrada de Sebastian Pérez sobre Rúben Macedo. Sem poder recorrer ao vídeoárbitro, Manuel Oliveira não concedeu o castigo máximo, mas admoestou Pérez com a cartolina amarela por protestos.

Motivados pelo apoio das bancadas, que não sentiam desde março de 2020, o Marítimo continuou a pressionar os ‘axadrezados’.

Bracali agigantou-se entre os postes, protagonizando uma defesa a dois tempos, primeiro sacudiu o remate de meia distância de Cláudio Winck para em seguida segurar o cabeceamento de Joel.

O Marítimo marcava a toada do jogo, mas foi o Boavista que acertou o tom.

Gustavo Sauer subiu no terreno pelo flanco direto e arriscou o remate, acertando no primeiro poste, com a bola a sobrar para Luís Santos que a colocou no fundo das redes de Miguel Silva.

De regresso para disputar a etapa complementar, foi Pelágio a testar Bracali, nos primeiros cinco minutos, com um remate de primeira, controlado sem grande dificuldade pelo guardião brasileiro.

Júlio Velázquez refrescou todo o setor ofensivo a 20 minutos dos 90, com o Marítimo a orquestrar uma situação perigosa dois minutos depois, mas a determinação ‘verde rubra’ esbarrou, novamente, no ‘muro’ erguido por Bracali.

Os gritos de golo ecoaram em todo o estádio, quando aos 85, Zainadine arriscou o remate do meio da rua, o esférico sofreu um desvio de Jackson Poroso e acertou com estrondo na barra.

Foram muitos os protestos da formação insular, ecoados pelos adeptos, sobre o antijogo do adversário, que protagonizou inúmeras paragens na segunda parte da partida, tendo sido concedidos oito minutos de compensação.

O Boavista viu-se reduzido a 10 elementos, após a expulsão Gustavo Sauer, que viu o segundo amarelo por simulação de falta dentro da grande área adversária.

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