I Liga 2021/22: Boavista quer dizimar trauma recente antes da pressão europeia

Últimas Notícias

Notícias Mais vistas

Sondagem

Após os primeiros jogos das competições nacionais e internacionais, quem está em melhor forma?

O Boavista privilegia uma campanha serena na I Liga de futebol, minimizando percalços que tornaram quase iminente a despromoção em 2020/21, antes de se dedicar ao estatuto europeu condizente com a sua história.
I Liga 2021/22: Boavista quer dizimar trauma recente antes da pressão europeia

Um ano após revitalizar a estrutura através de investimento estrangeiro, sem ter evitado dificuldades financeiras e uma corrida pela permanência até à última ronda, o clube ‘axadrezado’ está mais comedido no mercado, mas arrancou com nova mexida técnica.

O esforço despendido para assegurar em tempo útil o licenciamento do clube para as provas profissionais de 2021/22 levou a direção presidida por Vítor Murta a anunciar a rescisão com Jesualdo Ferreira apenas no final de junho, a um mero dia do arranque da pré-temporada e quase sete meses após o regresso do experiente treinador ao Bessa.

Projetado na elite nacional com duas épocas contrastantes em Famalicão, João Pedro Sousa foi contratado para devolver estabilidade competitiva e emocional a um Boavista distante do fulgor europeu desde a admissão administrativa na I Liga, em 2014/15.

“Nem sequer falo em lutar pela permanência. Isso está completamente fora de questão. Agora, claro que sabemos das dificuldades que sentimos num passado recente e temos de trabalhar para evitá-las. A meta é muito clara: fazer melhor do que no ano passado e ganhar mais do que os oito jogos que vencemos em 2020/21”, desejou o novo técnico.

O clube suspendeu a equipa de sub-23 para fortalecer a competitividade do plantel sénior, que acolheu alguns jovens da formação, promoveu três emprestados e ‘segurou’ o lateral brasileiro Nathan, mas tem estado impedido de inscrever reforços.

O mais sonante é o guarda-redes internacional iraniano Alireza Beiranvand, emprestado pelo Antuérpia, além do central uruguaio Rodrigo Abascal (ex-Peñarol), o ala esquerdo Filipe Ferreira (ex-Tondela), o médio congolês Gaius Makouta (ex-Sporting de Braga) e o extremo Kenji Gorré (ex-Nacional), da seleção de Curaçau.

Além de manter 15 atletas, o Boavista perdeu titulares como Léo Jardim e Angel Gomes, ambos de regresso ao Lille, acertou a rescisão com o campeão mundial Adil Rami e capitalizou a venda de Paulinho (Al Shabab).

Outras figuras de 2020/21 têm sido veiculadas como saídas iminentes do Bessa, onde mora um plantel que disfarçou ajustes pendentes nas fases iniciais da Taça da Liga, ao vencer Marítimo (1-0) e Portimonense (2-0), após pré-época atribulada, com estágio anulado à última hora devido à pandemia de covid-19.

Siga-nos no Facebook, no Twitter, no Instagram e no Youtube.

Relacionadas

Pode gostar de ler

Na Primeira Página