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Jorge Jesus: «Esta vitória voltou a dar-nos o lugar que tínhamos, a liderança do campeonato»

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Declarações de Jorge Jesus, treinador do Benfica, após Vizela - Benfica (0-1), jogo da nona jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Vizela.

Jorge Jesus: «Esta vitória voltou a dar-nos o lugar que tínhamos, a liderança do campeonato»

Esta vitória voltou a dar-nos o lugar que tínhamos, a liderança do campeonato. Como tínhamos previsto, sabíamos que era um jogo difícil. O campeonato português é muito competitivo. Não é por acaso que é um dos seis mais fortes no ‘ranking’ da UEFA. Ganhámos, porque acreditámos até ao fim. Fomos uma equipa que nunca se partiu. Jogamos sempre como treinamos. Ao criarmos, os jogadores sabiam que só poderíamos entrar lá dentro [na área] com as ideias que treinamos ofensivamente. A nível defensivo, jogámos com ‘risco total’. Com a entrada do Everton e do Radonjic, ficámos com mais largura, com jogadores mais fortes no um para um. Fomos compensados pelo atrevimento da equipa.

O Vizela foi uma equipa bem organizada, sabendo muito bem o que estava a fazer defensivamente, dando-nos alguns ‘espaços mortos’. Notou-se alguma velocidade, principalmente dos três jogadores da frente do Benfica: o Rafa fez o golo, mas o Darwin e o Roman [Yaremchuk]. As coisas não se tornaram mais fáceis, embora o Vizela tenha deixado de sair [para o ataque] com tanta facilidade. Foi uma vitória merecida e regressámos à liderança. O futebol é isto: ganha-se no último minuto, perde-se no último minuto. Hoje, ganhámos no último minuto.

Sou o treinador e sei o que faço [a propósito de ter feito a primeira substituição aos 70 minutos]. Eu é que sei o momento certo para o fazer. É normal. Aquilo que o Benfica fez foi ser uma equipa muito evoluída taticamente, sempre à procura de ganhar o jogo. Na primeira parte, não criámos tantas oportunidades de golo como pensava. Mas as outras situações táticas do jogo têm a ver com aquilo que o treinador vê no banco. Temos de trabalhar em cima do que está a acontecer no jogo.

Vínhamos de vários jogos sem perder, e, quando menos se esperava, perdemos com o Portimonense. Estas vitórias moralizam quando ganhas no último minuto e desmoralizam quando perdes no último minuto. O Benfica foi uma equipa sempre consciente do perigo que corria quando não tinha bola e dos movimentos que fazia quando estava no ataque posicional, que é o momento mais difícil do futebol. A oportunidade mais nítida foi a que deu o golo. Tivemos um prémio pela qualidade dos jogadores, porque aquele cruzamento-passe do Pizzi não é todos os jogadores que o fazem.

[O Pizzi] faz parte [do plantel], como todos. Tenho jogado mais com Rafa, Darwin e Yaremchuk [no ataque]. Se a equipa jogar com Pizzi e Rafa ao mesmo tempo, perde logo a bola, porque são jogadores que, fisicamente e defensivamente, não dão tanto”.

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