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Crónica: Benfica ‘carimba’ oitava final da Taça da Liga ao bater Boavista nos penáltis

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O Benfica assegurou hoje a oitava presença na final da Taça da Liga de futebol, ao bater o Boavista, de forma sofrida, 3-2 nas grandes penalidades, depois do 1-1 no tempo regulamentar, na primeira meia-final, em Leiria.

Crónica: Benfica ‘carimba’ oitava final da Taça da Liga ao bater Boavista nos penáltis

Os ‘encarnados’, recordistas de troféus, com sete, vão estar pela primeira vez na final da competição desde que é disputada no formato de ‘final four’, desde 2016/17, frente ao vencedor do embate entre Sporting, detentor do título, e o Santa Clara, na quarta-feira.

Nélson Veríssimo ‘remendou’ a equipa inicial, face às ausências de Otamendi, Darwin Nuñez e Rafa Silva, promovendo Everton, que, logo na primeira ocasião que dispôs, aos 16 minutos, colocou o Benfica mais perto da final de sábado.

O Boavista empatou na segunda parte, pelo também brasileiro Gustavo Sauer, na conversão de uma grande penalidade, aos 53, numa igualdade que só foi desfeita no desempate através de castigos máximos, com três ‘tiros’ certeiros do lado ‘encarnado’, contra dois dos ‘axadrezados’.

O golo de Everton penalizou o desentendimento entre os defesa boavisteiros Nathan Santos e Filipe Ferreira, ambos laterais-direitos adaptados a centrais, numa equipa com 10 ausentes, entre os quais habituais titulares como Reggie Cannon, Jackson Porozo, Yusupha e Javi Garcia, tendo o extremo ‘encarnado’ beneficiado dessa atrapalhação, após um toque de cabeça de Yaremchuk, a desviar o lançamento desde a defensiva de Vertonghen.

Antes, o Benfica já se tinha acercado da baliza do Boavista, com João Mário a falhar um desvio a um cruzamento de Diogo Gonçalves, hoje ala improvisado, aos cinco minutos, e o remate para defesa do veterano Rafael Bracali de Yaremchuk, aos oito.

Apesar da ‘arte’ de João Mário e Grimaldo, os únicos que conseguiam alinhar o jogo ‘encarnado’ quando necessário, o Boavista, mesmo sem ser muito acutilante, conseguiu remeter o Benfica para o seu meio-campo.

O ‘slalom’ até à grande área de Gustavo Sauer, aos 30 minutos, foi o primeiro aviso ‘axadrezado’, que não conseguia melhor do que remates de longe, por Sebastián Pérez, aos 31, e Petar Musa, dois minutos depois, ambos com destino às mãos de Vlachodimos.

O Benfica podia ter saído para o intervalo com uma vantagem mais folgada, não fosse o desperdício de Everton, que, desta vez, atirou por cima da baliza, após uma oferta de Diogo Gonçalves, já dentro da área boavisteira.

Na segunda parte, um ‘disparate’ de Morato, que atingiu Musa quando este estava de costas para a baliza e à entrada da área, deu a possibilidade ao Boavista de chegar à igualdade, aos 53, com uma grande penalidade convertida de forma irrepreensível por Gustavo Sauer, que rematou para o lado direito, com Vlachodimos a ‘voar’ para o outro.

Pouco depois, aos 60, Musa teve oportunidade para colocar os ‘axadrexados’ em vantagem, após um lance de Gorré pela esquerda, e, novamente o avançado croata, aos 69, de cabeça, ao qual Vlachodimos ‘respondeu’ com uma defesa acrobática.

Com o aproximar do fim do tempo regulamentar, e da decisão pela presença na final através de grandes penalidades, Pizzi, na primeira intervenção, ‘obrigou’ Bracali a defender um ‘tiro’ para canto, já aos 90, depois de Gonçalo Ramos ter tentado, aos 66, e de Yaremchuk não ter acertado na baliza, aos 80, após cruzamento de João Mário.

Perante os escassos 7.539 espetadores no recinto leiriense, os penáltis também tardaram a desempatar, com os desperdícios dos boavisteiros Sebastián Pérez e Musa e do benfiquista Pizzi, estes dois últimos com defesas dos guarda-redes, até Grimaldo converter o primeiro castigo máximo.

Depois, De Santis atirou ao lado e Meité colocou o Benfica a vencer por 2-0 e o Boavista ainda empatou, com as conversões de Rodrigo Abascal e Hamache e o remate ao poste de Vertonghen, até que Weigl confirmou o regresso do Benfica a finais, depois da presença no encontro decisivo da Taça de Portugal de 2020/21.

O Benfica vai tentar voltar a erguer um troféu, algo que não ocorre desde o triunfo na Supertaça Cândido Oliveira, em 2018/19, no sábado, também no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, a partir das 19:45, frente ao vencedor da meia-final de quarta-feira entre o Sporting e o Santa Clara.

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