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Crónica: Frankfurt mais competente supera Rangers, conquista Liga Europa e garante Champions

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O Eintracht Frankfurt foi mais competente na decisão por penáltis (5-4), diante do Rangers, após uma igualdade (1-1) no final do prolongamento, e conquistou a Liga Europa, assegurando presença na ‘Champions’ na próxima época.

Crónica: Frankfurt mais competente supera Rangers, conquista Liga Europa e garante Champions

A equipa treinada pelo austríaco Oliver Glasner, que hoje deixou o internacional português Gonçalo Paciência no banco de suplentes, ergueu o segundo troféu europeu na sua história, depois da conquista da antiga Taça UEFA, antecessora da Liga Europa, em 1980, e sucedeu aos espanhóis do Villarreal.

No Estádio Ramón Sánchez-Pizjuán, em Sevilha, depois de um ‘nulo’ registado ao intervalo, os golos surgiram apenas no segundo tempo, primeiro, para o lado escocês, por Joe Aribo, aos 57 minutos, e, depois, por Rafael Borré, aos 69.

Nos penáltis, o experiente Aaron Ramsey, ex-Arsenal e Juventus, foi lançado no final do prolongamento, mas da marca dos onze metros foi o único a falhar.

Depois de terem falhado a conquista do troféu, em 2008, quando perderam em Manchester frente aos russos do Zenit São Petersburgo (2-0), os protestantes ambicionavam repetir o seu maior feito continental até à data: a conquista da Taça dos Vencedores das Taças em 1972, naquela que foi o único sucesso nas quatro finais das competições de clubes da UEFA em que participou.

Os germânicos, que chegaram invencíveis à final, sem uma única derrota nos 12 jogos disputados, impuseram-se no primeiro tempo, estando sempre mais perto de abrir o marcador, ainda que as oportunidades tenham sido escassas.

A melhor chance surgiu por Ansgar Knauff, que se aventurou no ataque e disparou colocado, aos 20 minutos, para a primeira grande intervenção de Allan McGregor, o terceiro jogador mais velho a disputar uma final da UEFA, com 40 anos e 107 dias.

O Rangers, ‘carrasco’ do Sporting de Braga nos quartos de final (derrota por 1-0 em Braga e vitória por 3-1, após prolongamento, em Glasgow), esteve mais apático e na expectativa, apresentando dificuldades em ter a bola, mas, ainda assim, teve nos ‘pés’ do nigeriano Joe Aribo a grande oportunidade de chegar à vantagem, aos 26 minutos.

O avançado, à meia-volta, levou a bola a passar perto do poste de Kevin Trapp, antes do colega John Lundstram cabecear com muito perigo, com o guardião do conjunto de Frankfurt a defender.

No segundo tempo, foram, novamente, os germânicos a estarem mais perto de desfazer o ‘nulo’, quando, aos 48 minutos, Jesper Lindstrom atirou contra Kamara, que por pouco não traiu o seu veterano guarda-redes.

Contra a corrente da final, os protestantes chegaram mesmo à vantagem, num lance em que beneficiaram da escorregadela do defesa Tuta – foi substituído logo a seguir -, para Joe Aribo se isolar e bater Trapp, aos 57 minutos.

A resposta do Eintracht surgiu 10 minutos depois, através de Kamada, que tentou fazer um ‘chapéu’ a McGregor, levando a bola a passar por cima do ferro.

O japonês deu o aviso para o que iria acontecer: o golo do empate em Sevilha. O colombiano Rafael Borré (69) aproveitou bem o adormecimento da defensiva escocesa, para antecipar-se a Bassey e fazer a emenda a um cruzamento da esquerda de Kostic.

Até ao final dos 90 minutos, as equipas preocuparam-se mais em segurar o empate, forçando um prolongamento em que o resultado não sofreu alterações, ainda que os alemães, por intermédio de Ajdi Hrustic, tenham estado perto de marcar, tal como os escoceses, por Ryan Kent.

No desempate por grandes penalidades, foi Ramsey, uns dos mais experientes em campo, que pecou da marca do castigo máximo, ao permitir a defesa a Kevin Trapp.

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