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LC: Benfica persegue encaixe de 38,5 milhões no ‘play-off’ frente ao Dinamo Kiev

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O Benfica pode encaixar imediatamente 38,48 milhões de euros (ME) pela qualificação para a fase de grupos da Liga dos Campeões de futebol, caso afaste na terça-feira os ucranianos do Dinamo Kiev, na segunda mão do ‘play-off’.

LC: Benfica persegue encaixe de 38,5 milhões no ‘play-off’ frente ao Dinamo Kiev

Os dois clubes reencontram-se a partir das 20:00, no Estádio da Luz, em Lisboa, com vantagem para a formação orientada pelo alemão Roger Schmidt, que na quarta-feira se impôs por 2-0, com golos do brasileiro Gilberto e Gonçalo Ramos, em Lodz, na Polónia.

Com sete qualificações nas 10 presenças anteriores nas rondas preliminares, o Benfica procura juntar-se pela segunda época seguida ao campeão nacional FC Porto e ao ‘vice’ Sporting na fase principal da ‘Champions’, volvida uma campanha em que fechou o pódio da I Liga portuguesa e ‘caiu’ nos quartos de final da prova ‘milionária’ face ao Liverpool.

Uma vaga entre os 32 finalistas da maior prova europeia de clubes valerá 15,64 ME às ‘águias’, que já garantiram 100 mil euros no início de 2022/23, ao eliminarem na terceira pré-eliminatória os dinamarqueses do Midtjylland (vitórias por 4-1 e 3-1 nas duas mãos).

Além do prémio fixo de participação atribuído pela UEFA, poderá ainda extrair receitas variáveis, desde o desempenho nas fases seguintes da competição até à verba prevista pelos direitos televisivos, para além da posição do clube no ‘ranking’ europeu a 10 anos.

Se afastar o Dinamo Kiev, o Benfica será o 13.º dos 32 finalistas da Liga dos Campeões 2022/23 com melhor desempenho continental na última década, assente num coeficiente de 171.000 pontos, dos quais 8.000 se referem à conquista anterior de títulos europeus.

Multiplicando o valor unitário de 1,137 ME pelas 20 posições escaladas em 32 possíveis, as ‘águias’ agregam mais 22,74 ME em caso de qualificação, para um total de 38,48 ME pelo acesso à liga ‘milionária’, na qual somaram um recorde de 64,903 ME em 2021/22.

Já em caso de derrota no ‘play-off’, o Benfica acede diretamente à Liga Europa, segunda prova da UEFA, cujas receitas descem para menos de um terço: cinco ME pela transição entre provas, 3,63 ME pela entrada na fase de grupos da segunda prova europeia, além das verbas variáveis pelo ‘ranking’ a 10 anos, prestação desportiva e direitos televisivos.

Independentemente do futuro do rival lisboeta na ‘Champions’, o Sporting, que também está atrás do Dinamo Kiev na tabela da UEFA, passará sempre do 23.º para o 22.º lugar após as pré-eliminatórias, elevando essa fonte de receita de 11,37 ME para 12,507 ME.

Os ‘leões’, cujo coeficiente alcançado entre 2012/13 e 2021/22 foi de 83.500 pontos, vão arrecadar logo 28,147 ME pela entrada direta na fase principal e, à imagem das ‘águias’, se passarem, têm vaga reservada no terceiro pote do sorteio, aprazado para quinta-feira, na cidade turca de Istambul, onde decorrerá a final da 68.ª edição da prova ‘milionária’.

Enquanto cabeça de série surge o campeão nacional FC Porto, prestes a receber 39,517 ME, resultantes dos 15,64 ME fixos de participação e dos 23,877 ME pelo 12.º lugar no ‘ranking’ da UEFA, com 185.000 pontos, incluindo 16.000 pelos êxitos europeus prévios.

Os ‘azuis e brancos’ figuram logo a seguir ao campeão europeu Real Madrid (valor de partida de 52,024 ME), Bayern Munique, FC Barcelona, Juventus, Chelsea, Atlético Madrid, Paris Saint-Germain, Manchester City, Liverpool, Sevilha e Borussia Dortmund.

O FC Porto, a caminho da 26.ª presença na ‘era’ Liga dos Campeões, e o Sporting, que vai disputá-la pela 10.ª vez, podem capitalizar uma eventual ‘queda’ precoce do Benfica, com 16 campanhas, através da quota de mercado televisivo paga no final da temporada.

Os 300,3 ME previstos no ‘market pool’ serão canalizados mediante o valor proporcional de cada país presente na prova e, posteriormente, pelos respetivos clubes participantes, que arrecadam metade pela prestação no campeonato doméstico em 2021/22 e a verba remanescente em função da quantidade de partidas realizadas na ‘Champions’ 2022/23.

Se os três ‘grandes’ voltarem a disputar em simultâneo a fase de grupos, numa reedição de 2006/07, 2007/08, 2014/15, 2016/17 e 2021/22, o FC Porto fica com 45% da quota destinada a Portugal, enquanto o Sporting assegura 35% e o Benfica os restantes 20%.

Caso contrário, os ‘dragões’ recebem 55% e os ‘leões’ 45%, enquanto as ‘águias’ serão um dos seis clubes a transitarem para a Liga Europa, cujos prémios totais de 465,04 ME se revestem de menor atratividade face aos 2.032 ME gerados pela Liga dos Campeões.

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