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Paulinho Cascavel destaca golos pelo Vitória de Guimarães ao Sparta de Praga

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O antigo jogador Paulinho Cascavel disse hoje que os golos marcados pelo Vitória de Guimarães ao Sparta de Praga, da então Checoslováquia, na Taça UEFA de 1986/87, foram talvez os mais importantes dos 14 anos de carreira.

Paulinho Cascavel destaca golos pelo Vitória de Guimarães ao Sparta de Praga

Ponta de lança dos vimaranenses entre 1985 e 1987, o ex-dianteiro brasileiro foi, com 22 golos, melhor marcador da I Divisão portuguesa em 1986/87, época em que os minhotos atingiram os quartos de final da competição europeia, eliminando na primeira ronda a formação de Praga.

“Tínhamos empatado o jogo em Praga [1-1]. O Sparta [de Praga] esteve a ganhar aqui, mas eu marquei dois golos. Perto do fim do jogo, faço um grande golo [o segundo]”, recordou, à entrada para a gala do centenário do Vitória, acerca do jogo disputado em 01 de outubro de 1986, dois dias antes de nascer o seu filho mais velho, Guilherme.

Campeão brasileiro pelo Fluminense, em 1984, e melhor marcador da I Divisão em 1987/88, já pelo Sporting, outro dos emblemas lusos que representou, a par de FC Porto e de Gil Vicente, Paulinho Cascavel lembrou também o empate no Estádio das Antas (2-2), no jogo de estreia de Casagrande pelos ‘dragões’.

“Foi muita gente [do Vitória]. Até se dizia que o ‘último a sair da cidade que fechasse a porta’. Tive jogos maravilhosos, com boas lembranças”, acrescentou, frisando que o futebol, à época, era muito “diferente” do atual, mais assente na “velocidade”.

Autor de 60 golos em 73 partidas oficiais pelos vimaranenses, Paulinho Cascavel jogou, na segunda temporada no Minho, com N’Dinga, jogador também presente na gala do centenário do Vitória, a decorrer no pavilhão multiusos de Guimarães.

O antigo médio ostenta o recorde de jogos na I Divisão pelos vimaranenses – 286, entre 1986/87 e 1995/96 – e destacou a vitória na Supertaça de 1988, diante do FC Porto, como feito que marcou a sua carreira.

“Para mim, jogar no Vitória foi um grande feito. Quando cheguei, nunca pensei que ia jogar. Ganhar a Supertaça foi dos melhores momentos que tive aqui”, disse o ex-jogador radicado no Canadá, na hora do regresso a Guimarães.

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