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Crónica: Diogo Dalot em grande deixa Portugal mais perto da ‘final four’

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Dois golos de Diogo Dalot ajudaram Portugal a golear a República Checa, por 4-0, no penúltimo jogo do Grupo A2, um desfecho que deixa os lusos mais perto da ‘final four’ da Liga das Nações.

Crónica: Diogo Dalot em grande deixa Portugal mais perto da ‘final four’

Na Fortuna Arena, em Praga, com 19.322 espetadores nas bancadas, o lateral do Manchester United estreou-se a marcar pela principal equipa das ‘quinas’ e logo com um ‘bis’, anotado aos 33 minutos e 52 minutos, com Bruno Fernandes, pelo meio (45+2), a marcar o segundo dos lusos. No segundo tempo, o suplente utilizado Diogo Jota (82) fechou a contagem.

Este resultado permite a Portugal passar liderar o Grupo A2, com 10 pontos, contra oito da Espanha, que foi derrotada em Saragoça, por 2-1, pela Suíça (terceira, com seis), enquanto os checos são últimos, com quatro.

Na terça-feira, Portugal recebe a Espanha, em Braga, e, caso não perca, rumará à final four'.

Hoje, na equipa portuguesa, o lateral Mário Rui, que foi chamado para render o lesionado Raphaël Guerreiro, acabou por ser a grande novidade no ‘onze’, quase dois anos após o último jogo.

Nuno Mendes seria, provavelmente, o favorito para ocupar a lateral esquerda, mas o selecionador luso, Fernando Santos, acabou por surpreender ao apostar no atleta que atua no Nápoles, de Itália, que somou a 12.ª internacionalização ‘AA’.

A baliza, ao contrário do que aconteceu nos últimos anos, tem tido dois ‘donos’, sendo que hoje a escolha recaiu em Diogo Costa, em detrimento de Rui Patrício, o guarda-redes mais internacional de sempre da seleção portuguesa.

No lado checo não existiram grandes novidades, já que era previsível a inclusão do regressado Patrik Schick no ataque dos anfitriões, os primeiros a tentar alvejar a baliza lusa, com dois remates muito longe de alvo.

Portugal, naturalmente, acabou por tomar conta do jogo e gerir a posse de bola como quis, para criar as primeiras chances de golo, perante uma linha de cinco defesas, que ficou sem Jakub Brabec logo aos 22 minutos, devido a problemas físicos.

O central Rúben Dias podia ter inaugurado o marcador, aos 12 minutos, mas desaproveitou um mau corte muito perto da baliza, com a bola a ser cortada para canto. Depois, Cristiano Ronaldo foi o autor dos dois desperdícios da noite, ainda que o segundo tenha resultado no golo luso.

Um passe de Rafael Leão para Bruno Fernandes a ‘rasgar’ a defensiva checa podia ter terminado com um golo do ‘capitão’, que se queixou da relva para culpar o falhanço indesculpável.

Pouco depois, aos 33 minutos, um novo passe primoroso de Bruno Fernandes para o desinspirado Ronaldo quase voltou a não dar em nada, não fosse aparecer Rafael Leão para servir Diogo Dalot, que, com alguma sorte à mistura, inaugurou o marcador.

Em vantagem, Portugal ficou mais confortável na partida e foi uma questão de tempo até acontecer o 2-0, face ao espaço concedido e, principalmente, às falhas defensivas bem visíveis, quando Mário Rui cruzou para Bruno Fernandes aparecer à vontade e bater Vaclik, aos 45+2 minutos.

A noite não era de Ronaldo, que continua a mostrar sinais evidentes que está longe da melhor forma, e, praticamente, no lance seguinte voltou a estar em destaque pela negativa, quando estendeu em demasia o braço dentro da grande área, oferecendo uma grande penalidade para os checos, depois do recurso do VAR.

Contudo, Patrik Schick não se apresentou inspirado na cobrança do castigo máximo, ao levar a bola a passar por cima da trave, deixando antever que dificilmente a República Checa conseguiria pontuar hoje.

Diogo Dalot viria a tornar-se a grande figura da partida e a colocar um ponto final nas aspirações checas, por culpa de um lance em que foi notório o nível de confiança vivido pelo lateral direito.

Um toque subtil de Bruno Fernandes deixou Dalot em boa posição de remate à entrada da grande área, que antes do disparo bem colocado de pé esquerdo, ainda tirou Soucek do caminho.

Nos últimos 30 minutos, os lusos continuaram em busca de colocar o resultado com números de goleada, com Fernando Santos a aproveitar para dar minutos a Matheus Nunes, Palhinha – terminou o jogo como central -, e Diogo Jota, que fechou a contagem com um encosto fácil, após receber um desvio de Ronaldo, na sequência de um pontapé de canto de Ricardo Horta, outro dos suplentes utilizados.

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