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Marítimo: João Henriques recusa encarar receção ao Casa Pia como «jogo de vida ou morte»

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O treinador do Marítimo reconheceu hoje que o lanterna-vermelha da I Liga está numa “fase claramente má”, mas recusou ‘rotular’ a receção ao Casa Pia como um “jogo de vida ou morte”.

Marítimo: João Henriques recusa encarar receção ao Casa Pia como «jogo de vida ou morte»

“Estamos numa fase claramente má, mas o campeonato é longo e queremos o mais depressa possível reverter esta situação de não conquistar pontos, mas sem a sensação de que este jogo é ‘de vida ou morte’, que não é, há coisas muito mais importantes”, começou por explicar o técnico ‘verde rubro’ na antevisão ao embate da oitava jornada ante o Casa Pia.

O ‘timoneiro’ está convicto de que o emblema madeirense vai conseguir sair da fase menos positiva – ocupa a última posição, sem qualquer ponto somado -, mas admite a urgência em pontuar, seja três ou um ponto, para que a equipa possa começar a jogar mais solta e desinibida e “também dar confiança aos adeptos”.

“O campeonato é de ciclos, podemos começar mal e acabar bem, é isso que queremos e estamos convictos de que vamos conseguir. Acreditamos muito no nosso trabalho e nos jogadores que temos”, frisou o treinador de 49 anos.

Para o sucessor de Vasco Seabra no comando técnico maritimista, a atual situação do clube não é “um bicho de sete cabeças”, reforçando que todos estão conscientes das suas responsabilidades.

João Henriques sublinhou que é necessário “saber sorrir para as adversidades”: “O Marítimo está a sofrer uma adversidade e é preciso sorrir para ela e enfrentá-la”.

A paragem do campeonato para os compromissos das seleções nacionais foi proveitosa para os ‘leões’ do Almirante Reis, permitindo ao técnico, que chegou no passado mês, consolidar as suas ideias e recuperar a longa lista de lesionados.

No último treino antes do confronto diante do Casa Pia, não marcaram presença os ainda lesionados Zainadine, Pablo Moreno e Pedro Teixeira, tendo o guarda-redes Miguel Silva aumentado esta semana a lista de indisponíveis.

O defesa Matheus Costa, que aparentemente estava recuperado, também não realizou o último apronto antes da partida.

Quando questionado sobre o adversário, João Henriques sublinhou a capacidade de resposta em todos os campos.

Lembrando que a formação que ascendeu à I Liga na presente temporada “já ganhou fora e em casa, é consistente e não sofre muitos golos”, o técnico garantiu, contudo, que o Marítimo “sabe o que tem de fazer para ultrapassar o adversário”.

“Vão defrontar-se os dois polos opostos em termos de golos sofridos. Do lado contrário, são três golos sofridos e nós temos 22. Estamos conscientes disso, sabemos o que temos para trás e o que o Casa Pia teve para trás. A consistência e a estabilidade que têm não é desta época”, afirmou o treinador que se prepara para orientar os madeirenses no terceiro jogo oficial.

O Marítimo, último classificado, sem pontos somados, recebe na segunda-feira, às 20:15, o Casa Pia, que se encontra na sexta posição, com 14 pontos, para a oitava ronda da I Liga de futebol, com arbitragem de Vítor Ferreira, da Associação de Futebol de Braga.

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