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Crónica: França ‘vinga’ Dinamarca e recusa ‘trauma’ dos últimos três campeões mundiais

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Dois golos de Mbappé permitiram este sábado à França vencer a Dinamarca, na segunda ronda do Grupo D do Mundial do Qatar, fintando as derrotas recentes face aos escandinavos e a saída precoce dos últimos três campeões mundial.

Crónica: França ‘vinga’ Dinamarca e recusa ‘trauma’ dos últimos três campeões mundiais

No Estádio 974, em Doha, o avançado do Paris Saint-Germain ‘bisou’, aos 61 e 86 minutos, para igualar o equatoriano Enner Valencia no topo dos ‘artilheiros’ da prova, com três golos, num total de sete em fases finais, depois dos quatro na edição de 2018.

Andreas Christensen ainda restabeleceu a igualdade para a Dinamarca, aos 68 minutos, mas a França ‘vingaria’ mesmo o duplo deslize sofrido durante este ano no Grupo A1 da Liga das Nações (1-2 em junho, em Saint-Denis, e 0-2 há dois meses, em Copenhaga).

Ao iniciarem a primeira fase com dois triunfos pela quarta ocasião, e terceira seguida, os campões mundiais 'selaram' a primeira vaga nos oitavos de final, escapando às ‘quedas’ precoces de Itália (2010), Espanha (2014) e Alemanha (2018) na defesa dos seus títulos.

Primeira seleção do Mundial 2022 a sair incólume da segunda ronda, a França tem quase garantida a vitória na ‘poule’, com seis pontos, contra três da Austrália, que hoje bateu a Tunísia por 1-0, e um da Dinamarca e dos africanos, todos candidatos ao segundo lugar.

Com três alterações na defesa face à goleada sobre os australianos (4-1), englobando o regressado Raphaël Varane, que debelou a lesão sofrida há um mês, os ‘bleus’ entraram acutilantes nas alas para tentarem confirmar antecipadamente o acesso à fase seguinte.

O guarda-redes Kasper Schmeichel susteve um centro na direita de Ousmane Dembélé finalizado de cabeça por Adrien Rabiot, aos 21 minutos, e utilizou a perna para negar um remate cruzado de Antoine Griezmann, lançado na esquerda por Olivier Giroud, aos 33.

A réplica escandinava demorou 36 minutos, com uma perda de bola de Kylian Mbappé a abrir espaço à transição de Andreas Cornelius, uma das quatro novidades em relação ao ‘onze’ do empate com a Tunísia (0-0), que se libertou na direita e atirou desenquadrado.

Esse lance disfarçou as dificuldades da Dinamarca até ao intervalo para bater a pressão contrária e acelerar com bola, levando a França a recuperar ímpeto num cabeceamento de Giroud a rasar o poste, aos 37 minutos, e num pontapé por cima de Mbpapé, aos 40.

A equipa de Kasper Hjulmand voltou dos balneários com maior propensão ofensiva, mas as incursões de Mbappé, detida por Schmeichel, aos 57 minutos, e Griezmann, aos 60, anunciaram a vantagem dos pupilos de Didier Deschamps logo a seguir à hora de jogo.

Theo Hernández captou a bola de Aurélien Tchouaméni e progrediu pelo flanco canhoto, ajudando a inaugurar o marcador numa tabela com o goleador do Paris Saint-Germain, aos 61, sete minutos antes de a Dinamarca recorrer à bola parada para igualar o duelo.

Na sequência de um canto cobrado por Christian Eriksen na direita, Andreas Christensen capitalizou um toque de Joachim Andersen ao primeiro poste para desfeitear Hugo Lloris de cabeça, gerando, desde então, uma toada de parada e resposta sem risco excessivo.

Mikkel Damsgaard esbarrou no ‘guardião’ gaulês (73 minutos) e o recém-entrado Martin Braithwaite levou o esférico ao poste (81), enquanto Tchouaméni atirou em zona frontal contra um adversário (78) e Adrien Rabiot ‘disparou’ em ‘moinho’ por cima da barra (79).

A França sorriu a quatro minutos do final, quando Griezmann cruzou na direita e Mbappé se impôs a Rasmus Kristensen junto ao segundo poste para ‘carimbar’ nas alturas o 2-1 com a coxa direita e conferir o primeiro êxito oficial sobre os nórdicos ao fim de 22 anos.

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