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Crónica: Países Baixos apuram-se e 'ajudam' Qatar a ser o pior de sempre

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Os Países Baixos, mesmo sem grande brilho, asseguraram hoje a passagem aos ‘oitavos’ do Mundial do Qatar e o primeiro lugar do Grupo A, após bater por 2-0 o Qatar, que se despediu como o pior anfitrião de sempre.

Crónica: Países Baixos apuram-se e 'ajudam' Qatar a ser o pior de sempre

Em Al Khor, Cody Gapko fez o seu terceiro golo na competição, aos 26 minutos, e Frankie de Jong aumentou a diferença, aos 49, dando um triunfo esperado aos neerlandeses, enquanto o Qatar terminou a primeira fase sem qualquer ponto e com apenas um golo marcado (e sete sofridos).

A formação de Louis van Gaal ficou novamente longe de apresentar um tipo de jogo atrativo, como já tinha acontecido com Senegal (2-0) e Equador (1-1), mas fez o suficiente para seguir em frente no Campeonato do Mundo e também para conquistar o grupo, com sete pontos, à frente dos africanos, que também continuam em prova.

Países Baixos e Senegal ficam agora à espera do desfecho do Grupo B, ainda hoje, com Inglaterra, Estados Unidos, Irão e País de Gales, para conhecer o adversário dos ‘oitavos’.

Ninguém pode acusar os jogadores do Qatar de falta de empenho e esforço, mas as limitações ficaram bem visíveis na formação do espanhol Félix Sánchez Bas, não sendo surpresa que fique para a história como o pior anfitrião de sempre de um Campeonato do Mundo, o primeiro a não somar qualquer ponto.

Hoje, por exemplo, Noppert, guarda-redes dos Países Baixos, foi praticamente uma das mais de 60 mil pessoas que estiveram no Estádio Al Bayt a assistir à partida, tal o pouco trabalho que teve durante o jogo.

Fica até a ideia que os Países Baixos, se tivessem aumentado a velocidade de jogo, podiam ter chegado com facilidade a uma goleada.

Sem surpresa, Gapko comprovou que está a ser uma das principais figuras deste Mundial e fez o primeiro dos europeus, aos 26 minutos, com um remate à entrada da área, após ‘furar’ pela defensiva adversária.

O jogo do Qatar baseava-se em impedir as investidas dos neerlandeses, que estiveram quase sempre a atuar num ritmo monocórdico (o lance do golo de Gapko foi uma rara exceção) e tentar chegar à frente, mas sem grande ‘arte’ para isso.

Na segunda parte, de forma natural, os Países Baixos fizeram o segundo na partida, logo aos 49 minutos, com De Jong a ser mais rápido do que Pedro Correia e a encostar para a baliza, após defesa incompleta do guarda-redes Barsham.

Com a derrota a ser cada vez mais o cenário provável da despedida, restava ao Qatar fazer pelo menos um golo, o que seria o segundo de sempre da sua história em Campeonatos do Mundo, mas nem isso esteve perto de acontecer.

Os Países Baixos ainda tiveram um golo anulado pelo videoárbitro (VAR), mas até final aproveitaram sobretudo para poupar energias, com Van Gaal a poupar figuras como Gapko, De Jong e Depay, que hoje foi titular pela primeira vez no Mundial2022.

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