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Vítor Campelos: «Podíamos ter marcado e o jogo poderia ter sido diferente»

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Declarações de Vítor Campelos, treinador do Desportivo de Chaves, após a derrota frente ao FC Porto (0-2), em jogo da 2.ª jornada do Grupo A da Taça da Liga.

Vítor Campelos: «Podíamos ter marcado e o jogo poderia ter sido diferente»

“Sabíamos que íamos defrontar uma equipa forte, difícil. Nestes jogos, quase sempre, as equipas têm de ter uma pontinha de sorte para depois, no momento certo, poder marcar e colocar-se em vantagem. O FC Porto entrou muito forte, creio que a partir dos 25 minutos conseguimos equilibrar. Tivemos uma excelente oportunidade pelo Héctor que podíamos ter marcado e o jogo poderia ter sido diferente.

Na primeira parte errámos muitos passes, muitas saídas e, como em todos, mas nestes jogos, principalmente, temos de ter bola, não dar a bola ao nosso adversário, mas o facto de termos errado muitos passes tirou-nos a posse de bola que tínhamos de ter.

Falámos ao intervalo que tínhamos de ser mais confiantes, ter mais bola, ligar melhor o jogo, [o que] não estávamos a conseguir. Depois, em cinco minutos, o FC Porto marcou dois golos e fechou o resultado, que temos de aceitar.

Como é óbvio, queríamos que o desfecho do jogo fosse diferente, queríamos dar continuidade à nossa participação na Taça da Liga, mas boa atitude dos nossos jogadores, deram tudo. Podemos, como disse, e devemos melhor com equipas deste calibre, para que os nossos jogadores possam evoluir. Temos de ser mais rápidos, ligar o jogo com mais qualidade, com mais assertividade e mais eficácia porque, só assim, conseguimos levar de vencido [os] adversários deste valor.

[Substituições antes dos golos] Nesse período aí, [em] que fizemos as substituições, creio que houve ali alguns momentos de desconcentração, até porque sofremos o primeiro golo num passe lateral, [o que] nunca pode acontecer. Foram cinco minutos de alguma desconcentração, em que sofremos dois golos que acabaram por ditar o resultado.

[Regresso de Steven Vitória] O último jogo dele foi há uma semana [no Mundial]. Como é óbvio, teve as viagens, mas conversámos com ele e esta semana treinou [para que] pudesse estar preparado para poder jogar, até porque sabíamos algumas limitações que tínhamos de jogadores, principalmente, na zona central da nossa defesa. Mostrou-se disponível para poder jogar, se calhar não tão fresco como nós gostaríamos, mas acabou por dar uma boa resposta”.

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