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"É completamente falso que as câmaras do Dragão Caixa tenham sido desviadas propositadamente"

O ambiente na Assembleia Geral (AG) do FC Porto, realizada no dia 13 de novembro no Dragão Arena, foi marcado por momentos de tensão e polémica entre os associados do emblema azul e branco.

"É completamente falso que as câmaras do Dragão Caixa tenham sido desviadas propositadamente"

"Era importante perceber quem está a conta gotas a fornecer estas informações falsas"

O evento, que deveria ser um momento de discussão e decisões importantes para o clube da Invicta, que caminha a passos largos para um dos dias mais importantes da sua história, as eleições presidenciais, acabou por ficar manchado por agressões físicas, arremesso de objetos e alegados incidentes relacionados com a segurança e policiamento no recinto.

Segundo informações avançadas pelo 'Tribuna Expresso', durante os momentos mais tensos da AG, onde ocorreram agressões físicas e objetos foram arremessados, as câmaras de CCTV presentes no Dragão Caixa foram propositadamente desviadas.

A publicação destaca ainda que o FC Porto recusou a presença de segurança policial no evento e optou por não alertar a Polícia de Segurança Pública (PSP) para os distúrbios, mesmo havendo uma equipa de patrulha policial no exterior do pavilhão dos dragões.

Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, reagiu a estas alegações através da sua conta oficial na rede social X, negando veementemente que as câmaras de segurança tenham sido desviadas propositadamente.

O dirigente portista questiona também quem poderá beneficiar com a disseminação de desinformação baseada em mentiras e critica a falta de contraditório por parte da imprensa nacional.

"É completamente falso que as câmaras de segurança tenham sido desviadas propositadamente. A quem interessa esta desinformação baseada em mentiras?"

"Era importante perceber quem está a conta gotas a fornecer estas informações falsas, ao mesmo tempo que é profundamente errado os media não procurarem o contraditório, não tendo o FC Porto sido contactado por um só jornalista por causa deste tema", começou por escrever J. Marques.

O diretor de comunicação assegura ainda que o FC Porto forneceu todas as gravações disponíveis e nega a ideia de que o clube tenha propositadamente escondido informação.

"Vamos à verdade: o FC Porto cedeu horas de imagens das suas câmaras. Ao contrário do que normalmente acontece em Portugal, o FC Porto cedeu todas as imagens que possuía e fê-lo rapidamente, sem recorrer a expedientes dilatórios, o que nem era difícil", explicou.

"Tudo o resto foi registado e fornecido pelo FC Porto, pelo que só por má fé se pode passar a informação contrária"

O sócio azul e branco esclarece também que as câmaras presentes no recinto são operadas remotamente, e uma delas estava a seguir pessoas que ainda estavam a entrar no pavilhão.

"É verdade que uma das câmaras do Dragão Arena não apanhou um dos focos iniciais dos desacatos, apenas porque estava a seguir outros adeptos que eram um potencial foco de problemas", referiu o dirigente.

"As câmaras são operadas remotamente, no Arena há três, nessa altura uma estava apontada à porta, porque ainda estavam pessoas a entrar, as outras duas estavam a ser orientadas na direção dos desacatos", acrescentou J. Marques.

"De todos os focos só um não ficou registado, sendo que está registado em várias gravações de telemóvel"

"Tudo o resto foi registado e fornecido pelo FC Porto, pelo que só por má fé se pode passar a informação contrária, insinuando que o FC Porto propositadamente escondeu alguma coisa. Também não é verdade que o FC Porto tenha recusado ajuda da polícia, como se agora as intervenções policiais dependessem da vontade de alguém", rematou Francisco J. Marques.

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