Lista de pessoas que Pinto da Costa não queria no seu funeral: excluídos e convidados
No livro “Azul Até ao Fim”, o ex-presidente do FC Porto, Pinto da Costa, detalhou quem não desejava no seu funeral e quem gostaria de ter presente.
A lista de Pinto da Costa para o seu funeral revela tanto conflitos recentes como relações duradouras no FC Porto. As suas escolhas, detalhadas no livro, perpetuam o legado de um dos líderes mais marcantes do futebol português.
Excluídos do funeral de Pinto da Costa
Pinto da Costa, que faleceu a 15 de fevereiro de 2025 aos 87 anos, deixou claro no seu livro “Azul Até ao Fim” (lançado em outubro de 2024) que não desejava a presença de membros da atual direção do FC Porto, incluindo o presidente André Villas-Boas, que o sucedeu após as eleições de 2024.
Também excluiu ex-jogadores que considerou “traidores”, como Hélton, Maniche, Eduardo Luís, André e Sousa, além de nomes como Antero Henrique, Raul Costa, Joaquim Oliveira, Tiago Gouveia e Pedro Bragança. Sobre estes últimos, afirmou: “Não é preciso [mencionar mais], porque estou certo que não terão ‘lata’ para lá ir”.
Nomes desejados por Pinto da Costa no funeral
Entre os nomes que Pinto da Costa desejava no seu funeral estão figuras históricas do universo portista, como António Henrique (padrinho da sua filha Joana), Pedro Pinho, Quintanilha, Fernando Póvoas, Luís Gonçalves e António Oliveira. Também incluiu Sandra Madureira e Fernando Madureira, líderes do grupo de adeptos Super Dragões, além de Marcos Polónia e Caetano.
O funeral de Pinto da Costa terá lugar na Igreja das Antas, no Porto, a 17 de fevereiro, conforme planeado pelo próprio. O ex-líder portista pediu que os presentes vestissem roupa azul e evitassem gravatas pretas, reforçando a ligação simbólica ao clube. A cerimónia foi descrita como “uma reunião de amigos”, evitando o que classificou como “evento de hipocrisia”.
Pinto da Costa faleceu aos 87 anos vítima de cancro, tendo-se destacado como o dirigente mais titulado do futebol mundial, liderando o clube durante 42 anos e 15 mandatos consecutivos e conquistando 2.591 títulos em 21 modalidades.
Diagnosticado com cancro à próstata em setembro de 2021, o seu estado de saúde agravou-se nas últimas semanas, culminando na sua morte menos de um ano após ter perdido a presidência do clube para André Villas-Boas.


