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Rui Águas volta a estar na mira para orientar seleção do Ruanda

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Rui Águas volta a estar nos planos para ser treinador da seleção de futebol do Ruanda e hoje, via Skipe, deu-se a conhecer um pouco mais aos responsáveis locais, que o incluíram entre os oito finalistas do grupo total de 52 treinadores.
Rui Águas volta a estar na mira para orientar seleção do Ruanda

Um ano após ter sido contactado pela primeira vez, Rui Águas está novamente nos planos da Federação de Futebol do Ruanda (FERWAFA), para liderar um projeto de desenvolvimento, que não se esgota apenas na seleção principal.

«Falámos via Skipe. Uma conversa para, no fundo, me ficarem a conhecer um pouco mais. Colocaram-me uma série de perguntas e o que eu achava ou não achava», disse Rui Águas, considerando este processo de escolha do selecionador 'aceitável e inteligente'.

Rui Águas adianta que 'nada está decidido, mas pode estar numa fase próxima de decisão', até porque ficou convicto que o projeto é para arrancar já, mas o facto de haver esta possibilidade não invalida alguns contactos que tem tido paralelamente.

«Descrevi-lhes um bocadinho o meu trajeto, para além daquilo que eles já sabiam, e a minha postura e forma de trabalhar. Deixei claro que, sozinho, nunca iria», disse o técnico, considerando que levar um adjunto é a única condição.

De acordo com Rui Águas, 'para um treinador fazer um trabalho de qualidade tem que ter uma pessoa de confiança ao seu lado e que conheça a sua forma de trabalhar'. Caso venha a ser o escolhido, essa é a condição principal e da qual não abdica.

A escolha de federação ruandesa deve ser conhecida em breve e se as coisas evoluírem para recair sobre Rui Águas, o treinador português deverá ser chamado ao país africano, que ocupa o 100.º lugar do ‘ranking’ da FIFA, para uma conversa decisiva.

«O projeto é para arrancar dentro de pouco tempo. Eles [federação] estão a acelerar o processo de seleção», referiu Rui Águas, considerando que o país, ainda conotado negativamente ao genocídio dos anos 90, é hoje um exemplo em África.

Rui Águas considera que o Ruanda é, presentemente, 'um exemplo numa série de questões e que se encontra em franco desenvolvimento, com uma situação política e financeira estável, e com um parlamento com maioria feminina, o que é coisa raríssima'.

«Em termos futebolísticos, o Ruanda está num grupo difícil da CAN [Taça das Nações Africanas}, com a sempre candidata Costa do Marfim, e já foi afastado da fase de qualificação para o Mundial2018», adiantou o treinador português.

Rui Águas integra um grupo de oito finalistas juntamente com Antoine Hey (Alemanha), Georges Leekens (Bélgica), Paul Put (Bélgica), Peter James Butler (Inglaterra), Winfried ‘Winni’ Schafer (Alemanha), Raoul Savoy (Suíça) e Samson Siasia (Nigéria).

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