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Fernando Santos vê conquista do Europeu 2016 como nova fase na «autoestima» do país

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O selecionador Fernando Santos encarou hoje a conquista inédita do Euro2016 como “um grande impulsionador da autoestima dos portugueses”, volvidos quatro anos da maior conquista do futebol nacional.
Fernando Santos vê conquista do Europeu 2016 como nova fase na «autoestima» do país

“Houve aquele impacto durante um a dois anos, mas felizmente essa autoestima já está acima e não se nota tanto. Vamos defender um título que é nosso e essa é a grande diferença de hoje para o passado. Depois, temos de aumentar os níveis de confiança, porque sabemos que é algo possível de ser alcançado e não apenas um sonho”, frisou o técnico, em declarações ao sítio oficial da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Em 10 de julho de 2016, no Stade de France, em Paris, o avançado Éder anotou o golo mais importante da história do futebol português, ao disparar aos 109 minutos da final frente à anfitriã França para oferecer o primeiro título de campeão europeu a Portugal, numa realidade que a equipa das ‘quinas’ pode replicar se “não fizer ao contrário”.

“Isto é, antes era um sonho e duvidávamos se era possível torná-lo realidade e esse, provavelmente, era um dos nossos problemas. Agora, se voltarmos a pensar que é só um sonho e deixarmos de ter os pés no chão, de saber que para ganhar é preciso trabalhar muito, ter organização e qualidade e um grupo coeso, então já lá não chegamos”, avisou.

A pandemia de covid-19 adiou o Europeu de 2020 por um ano, para o período entre 11 de junho e 11 de julho de 2021, repartido por 12 nações diferentes, onde Fernando Santos acredita que Portugal não vai “abandonar as suas qualidades” e prosseguirá a “transformação natural” de uma seleção que arrecadou a edição inaugural da Liga das Nações em 2019.

“Se não achasse que tínhamos condições para ganhar, não teria aceite o convite do presidente [Fernando Gomes], que me deixou muito satisfeito, no sentido de ser o prolongamento de algo que começou e quer que se mantenha no seu mandato”, resumiu o selecionador, que estendeu, em 16 de junho, o vínculo com a FPF até 2024.

Após quatro anos como selecionador da Grécia, Fernando Santos, de 65 anos, abraçou o comando técnico luso em setembro de 2014 para render Paulo Bento, tendo adicionado dois troféus continentais, um terceiro lugar na Taça das Confederações de 2017 e a eliminação nos oitavos de final do Mundial2018 aos pés do Uruguai (2-1).

Aportando um inédito estatuto de detentora do título, a seleção nacional qualificou-se para a fase final do Euro2020 e foi sorteada no ‘grupo da morte’, em conjunto com a campeã mundial França, a Alemanha e um oponente oriundo dos ‘play-offs’, numa série que será disputada entre a cidade germânica de Munique e a capital húngara Budapeste.

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