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I Liga: Benfica aposta em Jesus e eleva investimento em época sem 'Champions'

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A época de 2020/21 do Benfica arranca com Jorge Jesus como ‘reforço’, no que é um regresso ao clube, mas treinador e equipa começaram com um verdadeiro pesadelo, eliminados no acesso à Liga dos Campeões de futebol.
I Liga: Benfica aposta em Jesus e eleva investimento em época sem 'Champions'

Na terça-feira, na casa do PAOK Salónica, os ‘encarnados’ chumbaram em toda a linha (derrota por 2-1), falhando logo no primeiro teste, e jogo oficial, a hipótese de continuarem na luta para estarem na elite do futebol europeu pela 11.ª vez consecutiva.

Há dois meses, em julho, o presidente do Benfica apostou numa mudança de paradigma e viajou até a Brasil para ‘resgatar’ Jorge Jesus – a troco de um milhão de euros na cláusula indemnizatória ao Flamengo -, o treinador com mais títulos no clube.

Os maus resultados da última época, em que chegou a ser líder destacado da I Liga, mas em que acabou em segundo e derrotado na final da Taça de Portugal, obrigaram a uma autêntica mudança, não só com a chegada de Jesus, mas com um investimento substancial.

A contratação trouxe sentimentos contraditórios entre os adeptos, mas Jesus voltou a ser igual a ele próprio: prometeu uma equipa a jogar o triplo e a “arrasar”, e o Benfica elevou a fasquia do investimento.

A ida ao mercado já custou cerca de 80 milhões de euros ao clube, e a situação não deve parar, entre saídas e entradas de jogadores, num plantel que não está fechado, atendendo que o mercado apenas encerra em 06 de outubro.

Um investimento que levou o Benfica a protagonizar a contratação mais cara da sua história, com a chegada do jovem uruguaio Darwin Nuñez (24 milhões de euros), proveniente da II Liga espanhola, do Almeria, depois de negociações, sem êxito, com o consagrado Cavani.

Jesus referenciou, e viu chegar também, o lateral direito Gilberto (ex-Fluminense) e o extremo Everton ‘Cebolinha’ (ex-Grémio), bem como a ‘estrela’ belga Jan Vertonghen (ex-Tottenham).

O central era um jogador livre, e é um nome de peso e com garantias para a defesa dos ‘encarnados’, num grupo reforçado também com o avançado internacional alemão Luca Waldschmidt (ex-Friburgo), por 15 milhões.

Outras entradas são os do guarda-redes Helton Leite (ex-Boavista) e do brasileiro Pedrinho (ex-Corinthians), extremo anunciado ainda em fevereiro, ainda com Bruno Lage à frente da equipa técnica das ‘águias’.

No cenário atual, Jesus esperará mais jogadores e terá de emagrecer o plantel, não são em relação a futebolistas que estiveram na temporada transata, mas também em relação ao vasto leque de emprestados, que regressaram.

De todos, Diogo Gonçalves, que esteve cedido ao Famalicão, é o único que tem estado nas escolhas do treinador, num plantel em que o sérvio Zivkovic é, para já, a principal saída, assinando pelo PAOK, pelo qual até marcou na eliminação do Benfica.

Mesmo com muitas incógnitas, as ‘águias’ arrancaram para a época com uma preparação 100% vitoriosa, nos particulares com Benfica B (4-0 e 3-0), Estoril Praia (4-1), Belenenses SAD (4-0), Farense (5-1), Bournemouth (2-1), Sporting de Braga (2-1) e Rennes (2-0).

A entrada em cena na I Liga do clube com mais títulos de campeão em Portugal, com 37, está marcada para sexta-feira, às 19:00, em casa do Famalicão, numa época que se inicia como terminou a anterior, sem público nas bancadas, devido à pandemia da covid-19.

Para o Benfica, a época teve já o seu primeiro revés, com a ausência de receitas da ‘Champions’ face à eliminação de terça-feira, e os holofotes viram-se agora para o plano interno, em ano de sufrágio para os órgãos sociais.

A resposta desportiva pode ser um fiel na balança das eleições no clube, que deverão decorrer no final de outubro, e nas quais Luís Filipe Vieira, na presidência desde 2003, volta a ter opositores na corrida, com o anúncio de mais três candidatos.

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