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Superliga: Treinador Bino Maçães entende que futebol deve ser «desporto do povo»

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O treinador do Vitória de Guimarães, Bino Maçães, disse hoje estar contra a criação da Superliga europeia de futebol, entretanto fragilizada pela saída de alguns clubes fundadores, por entender que a essência da modalidade deve estar «no povo».
Superliga: Treinador Bino Maçães entende que futebol deve ser «desporto do povo»

"Não concordo nada com essa Superliga. Temos de fazer uma grande reflexão para onde levamos o futebol. Parece que o futebol se está a tornar num desporto elitista, quando deve ser um desporto do povo", afirmou, numa menção breve à competição durante a antevisão ao jogo de quinta-feira com o FC Porto, para a 28.ª jornada da I Liga portuguesa.

Os italianos do AC Milan, do Inter de Milão e da Juventus, os ingleses do Arsenal, do Chelsea, do Liverpool, do Manchester City, do Manchester United e do Tottenham e ainda os espanhóis do Atlético de Madrid, do Barcelona e do Real Madrid anunciaram, no domingo, a criação da Superliga europeia, à revelia da UEFA, das federações nacionais e de vários outros clubes.

A competição foi pensada para acolher 20 clubes, 15 dos quais fundadores, ainda que só 12 tenham sido anunciados, e cinco qualificados anualmente.

Na reação ao anúncio, a UEFA anunciou a intenção de excluir todos os clubes que integrem a Superliga, assegurando contar com o apoio das federações de Inglaterra, Espanha e Itália, bem como das ligas de futebol destes três países.

Dois dias depois de anunciado, o projeto da nova Superliga europeia ficou reduzido a quatro fundadores: Real Madrid, FC Barcelona, Juventus e AC Milan.

Face à contestação dos adeptos e das autoridades governativas e do futebol, os seis emblemas ingleses iniciaram a debandada na terça-feira, seguindo-se, durante o dia de hoje, Atlético de Madrid e Inter Milão.

O ‘sonho' liderado pelo presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, juntou 12 dos principais clubes de Inglaterra, Espanha e Itália, tendo em vista a criação de uma competição anual com 20 equipas, na véspera de a UEFA revelar o formato competitivo da Liga dos Campeões, a partir de 2024/25.

Juventus e AC Milan já reconheceram a necessidade de avaliar o projeto, enquanto o FC Barcelona faz depender a sua permanência da aprovação dos sócios.

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