Crónica: Chelsea perdulário foi mais do que suficiente para chegar a Istambul

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O Chelsea garantiu hoje a presença na final da Liga dos Campeões de futebol, depois de se impor com absoluta superioridade ao Real Madrid, mas por ‘escassos’ 2-0, tantas foram as oportunidades desperdiçadas pelos ‘blues’.
Crónica: Chelsea perdulário foi mais do que suficiente para chegar a Istambul

Mesmo com a vantagem trazida de Madrid, os londrinos não se escudaram no empate 1-1 alcançado na primeira mão e foram dominadores do princípio ao fim do jogo, ‘matando’ a eliminatória com golos de Timo Werner, aos 28 minutos, e Mason Mount, aos 85.

Os ‘blues’ garantiram a terceira presença na final da Liga dos Campeões, depois de 2008, perdida para o Manchester United, e 2012, conquistada sobre o Bayern de Munique, e vão protagonizar com o Manchester City a terceira decisão 100% inglesa da história da competição, em 29 de maio, em Istambul.

Contudo, o rumo do encontro poderia ter sido ‘traiçoeiro’ para o Chelsea, tendo em conta as inúmeras ocasiões de golo falhadas na ‘cara’ de Courtouis e que só não foram ‘castigadas’ porque a equipa mais titulada da prova revelou-se longe do ‘fulgor’ de outros tempos.

Os ‘merengues’ tiveram no pé e na cabeça de Benzema as melhores situações de toda a partida, ambas na primeira parte e negadas por espantosas ‘estiradas’ do guardião Edouard Mendy.

Nesse periodo, o Chelsea acercou-se do golo por Rudiger, viu um tento anulado a Werner, por fora de jogo, e acabou mesmo por inaugurar o marcador, através do avançado germânico, a encaminhar a bola para o sítio certo, após o remate de Kai Havertz à barra.

Se o domínio dos londrinos se tornou avassalador na segunda parte, o mesmo não se poderá dizer da eficácia, caso contrário o Real Madrid teria saído de Stamford Bridge com uma ‘mão cheia’ de ‘mágoas’ para ‘carpir’.

De tal forma que Thomas Tuchel, que já tinha conduzido o Paris Saint-Germain à final do ano passado, desesperou no banco de suplentes do Chelsea, desde logo com o compatriota Kai Havertz, o expoente máximo do desperdício e sempre isolado perante Courtois.

Mount não quis ficar atrás do companheiro de equipa e, no frente-a-frente com o guardião belga, nem acertou no alvo, algo que Kanté esteve próximo de conseguir, não fosse o corte providencial de Fede Valverde na pequena área.

A certeza de que o segundo ‘bilhete’ para Istambul seria igualmente inglês apenas chegaria nos derradeiros instantes, quando o norte-americano Christian Pulisic, entretanto lançado por Tuchel, ofereceu de ‘bandeja’ o golo a Mason Mount e este sentenciou a qualificação do Chelsea para a decisão com o Manchester City, que na terça-feira eliminou o PSG.

Após um Manchester United-Chelsea, em 2007/08, e um Liverpool-Tottenham, em 2018/19, esta será a terceira final da ‘Champions’ disputada entre dois emblemas ingleses.

Programa da jornada:

Terça-feira, 27 de Abril de 2021
Real Madrid - Chelsea, 1 - 1

Quarta-feira, 28 de Abril de 2021
PSG - Man City, 1 - 2

Terça-feira, 4 de Maio de 2021
Man City - PSG, 2 - 0

Quarta-feira, 5 de Maio de 2021
Chelsea - Real Madrid, 2 - 0

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